Arquivo mensal: fevereiro 2017

Relativismo e suas consequências

Você já tentou persuadir alguém de que existe uma verdade ou de que a fé católica é a única verdadeira e essa pessoa respondeu: “Bem, não existe verdade” ou “Pode ser verdade para você, mas não é para mim”? É uma experiência frustrante. Esse modo de pensar, chamado de relativismo, pode impedir qualquer tipo de diálogo racional. O apologista católico Karlo Broussard aborda o relativismo do mundo atual neste vídeo!

Papa Bento XVI também analisou esse fenômeno relativista, dizendo que “ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja, muitas vezes é classificado como fundamentalismo. Enquanto o relativismo, isto é, deixar-se levar “aqui e além por qualquer vento de doutrina”, aparece como a única atitude à altura dos tempos hodiernos. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades.” [1]

Referências

[1] http://www.vatican.va/gpII/documents/homily-pro-eligendo-pontifice_20050418_po.html

Se você está apaixonado, não se case!

Em sua Carta aos Efésios, São Paulo exorta os maridos a amarem as suas esposas como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. Com isso, demonstra que o amor não é um “sentimentalismo barato”, baseado no fundamento instável das emoções, mas uma determinação viril, baseada na rocha sólida da vontade. O pacto matrimonial é uma aliança de sangue, pela qual os esposos dizem um para o outro: “Eu derramo o meu sangue, mas não desisto de você”. Não sem razão o autor do Cântico dos Cânticos canta que “o amor é forte como a morte”.

De fato, o próprio Deus, no ato mais extremo de amor, morreu pelos nossos pecados. Seguindo o seu modelo, todo casal que sobe ao altar deve pensar que está subindo o Calvário, a fim de oferecer a Deus o sacrifício de si mesmo, pela salvação do outro. Para o bem da pessoa amada, na verdade, tanto o homem quanto a mulher devem fazer o que for preciso, mesmo que a isso custe fazer o que não se quer. Muitas contendas entre os casais começam justamente porque um não é capaz de “dar o braço a torcer” em favor do outro. Sacrificam-se, então, a paz e a harmonia entre os dois, para satisfazer as próprias veleidades, ao invés de se sacrificar a própria vontade em favor do outro.

Também para o casamento vale o chamado de Nosso Senhor: “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz, cada dia, e siga-me”

Referências:

https://padrepauloricardo.org/blog/seis-dicas-para-um-casamento-feliz

Quando a palavra “católica” foi usada pela primeira vez?

Onde quer que se apresente o bispo, ali também esteja a comunidade, assim como a presença de Cristo Jesus também nos assegura a presença da Igreja Católica. [2]

Quando explicamos que “católica” significa universal, isto é, que a Igreja está para todos os homens e mulheres do mundo, de todas as nações, culturas e condições sociais, conforme a determinação de Nosso Senhor Jesus Cristo (Mc 16,15), normalmente não há refutação. Quanto ao termo “apostólica”, também não se criam maiores problemas, já que a verdadeira doutrina cristã é aquela que procede dos Apóstolos, e isso está dito e repetido na Bíblia inúmeras vezes (p/ex. 2Ts 2,15; 3,6). Mas e quanto ao título “romana”? Por que a Igreja é chamada assim? O fato é que o título “romana” não implica nacionalismo nem particularismo: não quer dizer que a Igreja pertença a Roma, ou que se limite a Roma, assim como aconteceria com uma empresa, por exemplo. Romana, no caso em questão, é apenas o título que indica o endereço da sede primacial da Igreja. Apenas isso. [1]

De fato, a Igreja, atuando neste mundo, precisa ter um endereço, um referencial físico e postal, que é o do Bispo de Roma, feito Chefe visível por Cristo, o Papa. Em consequência, a Igreja Católica recebe, como uma espécie de “subtítulo”, a designação “romana”, mas isso em nada contraria a sua catolicidade/universalidade. [1]

De modo semelhante, Jesus, Salvador de todos os homens, foi chamado “Nazareno”, porque, convivendo entre os homens, precisou usar um endereço físico neste mundo, que foi a cidade de Nazaré. E será que Nosso Senhor Jesus Cristo, por acaso, veio só para os habitantes de Nazaré? Evidentemente não. Chamá-lo de “Jesus Nazareno” ou “Jesus de Nazaré” compromete o caráter universal da sua missão? Claro que não. Da mesmíssima maneira se dá com o nome dado à Igreja que Ele instituiu neste mundo. [1]

Referências:

[1] http://www.ofielcatolico.com.br/2001/03/porque-igreja-catolica-e-romana.html

[2] A Epístola de Santo Inácio de Antioquia aos Esmirnenses: http://www.ofielcatolico.com.br/2014/06/a-epistola-de-santo-inacio-de-antioquia.html

Casos de pedofilia só acontecem dentro da Igreja Católica?

O crime de pedofilia dentro da Igreja, por conseguinte, não é mais ou menos pior do que o que acontece lá fora, no mundo laico. Ambos padecem da mesma gravidade. Ademais, como demonstrou o respeitado sociólogo italiano Massimo Introvigne (e também o vídeo acima), o número de sacerdotes envolvidos em abusos de menores é baixíssimo se comparado com o de outras comunidades. A título de exemplo, vejam-se estes dois casos: na Itália, entre um período de várias décadas, o número de sacerdotes denunciados e condenados pelo crime de pedofilia foi de apenas cem, ao passo que seis mil professores de Educação Física receberam a mesma condenação. A Alemanha, por sua vez, amargou 210 mil denúncias de abusos, desde 1995, sendo que deste número, apenas 300 eram relacionados ao clero, o que equivale a menos de 0,2%. [1]

Certamente, isso não nos dá conforto. Seria absurdo pensar que a pedofilia dentro da Igreja pudesse ser justificada pelo que ocorre no meio secular. Ora, a Igreja é mais uma das vítimas! Mas é curioso perceber o interesse da imprensa pelo que ela chama de “pedofilia epidêmica” do clero; enquanto ela silencia sobre outros casos comprovadamente maiores em termos estatísticos. [1]

As estatísticas sobre o fenômeno da violência contra as crianças são impressionantes, mas também mostram com clareza que a grande maioria dos abusos ocorre no ambiente familiar e na vizinhança. A Igreja Católica talvez seja a única instituição pública que se moveu com transparência e responsabilidade. Ninguém fez mais. No entanto, a Igreja é a única a ser atacada. (Papa Francisco) [2]

O Vaticano mantém uma página em seu site chamada “Abuso de menores: a resposta da Igreja” (pode ser acessada clicando aqui http://www.vatican.va/resources/index_po.htm) na qual se encontra um calhamaço de documentos e informações acerca do que a Santa Sé tem feito para combater esse crime hediondo. [1]

Por outro lado, a grande mídia e outros setores da sociedade pouco fazem para combater a pedofilia. Aqui vemos alguns exemplos de casos de abusos de menores onde os autores receberam um tratamento especial da imprensa:

BBC é acusada de acobertar abuso sexual do falecido astro Jimmy Savile. (https://goo.gl/4rYR2w)

Ator americano Elijah Wood, protagonista da saga “O Senhor dos Anéis”, denuncia casos de pedofilia em Hollywood.(https://goo.gl/fkxDQQ)

Escândalo sexual no Congo envolve tropas da ONU (https://goo.gl/niVmif)

Página do governo federal (PT) faz apologia, relativização da pedofilia e humanização da figura do pedófilo (https://goo.gl/TwHlxq)

Eis alguns exemplos, e é fácil encontrar outros como esses. Isso deixa claro que a preocupação da mídia não é com as vítimas, pois se fosse, ela realizaria uma cobertura igual para todos os casos. Isso é pura revolta seletiva que visa, além de audiência a qualquer custo, o descrédito da fé católica.

Referências:

[1] https://padrepauloricardo.org/blog/quem-vai-pedir-explicacoes-a-onu

[2] http://www.deuslovult.org/2014/08/05/e-por-isso-que-o-papa-pode-dizer-que-ninguem-faz-mais-que-a-igreja-contra-a-pedofilia/

Como descobrir a religião verdadeira – Venerável Fulton J. Sheen

Neste episódio do programa “A Vida vale a pena ser vivida”, o Venerável Fulton J. Sheen ensina como comparar as religiões existentes no mundo e descobrir qual delas é a verdadeira. “Você não pode simplesmente do nada dizer que vai escolher Buda, Confúcio ou a Cristo. Você deve usar a razão!” (Fulton J. Sheen)

Ele ataca o argumento de que o cristianismo é apenas uma evolução de crenças pagãs e, portanto, falso. Se baseando nos argumentos de H. L. Mencken, Alfred North Whitehead e de outros pensadores da época, o Arcebispo “prova” que Napoleão nunca existiu, expondo ao ridículo tais “intelectuais”.

Na sequencia da aula, ele mostra a inconsistência de outros argumentos comumente usados, como o de que todas as religiões fazem um culto de adoração ao sol, que não há nenhuma religião que não seja a evolução de uma religião primitiva e, por fim, que existem semelhanças entre as religiões e por isso todas elas não são divinas e sim imitações umas das outras.

Além disso, ele explica a diferença entre as religiões do mundo e ensina porque a Verdade só se encontra presente, em sua totalidade, dentro do Corpo Místico de Cristo, ou seja, na Igreja Católica Apostólica Romana. “A Igreja, peregrina na terra, é necessária para a salvação. Só Cristo é mediador e caminho de salvação; ora, Ele se torna presente no seu Corpo que é a Igreja; e, ao inculcar por palavras explícitas a necessidade da fé e do Batismo (cf. Mc 16,16; Jo 3,5), corroborou ao mesmo tempo a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo tal como por uma porta. Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. [1]

Ele propõe no vídeo que coloquemos enfileirados todos os líderes religiosos do mundo e que façamos uma série de perguntas a eles. As respostas a essas perguntas nos levam a Jesus Cristo e, consequentemente, a Igreja que Ele fundou.

(…) toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita.” [3]

Fulton J. Sheen explica que, ao contrário de todos os fundadores de religiões do mundo, Jesus Cristo não deixou uma doutrina, uma verdade ou um caminho. O Arcebispo mostra que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14, 6), sendo a Igreja Católica a responsável por guardar essa Verdade e leva-la a toda a humanidade. (Mt 16, 18) (Jo 24,15)

Sugerir que a Igreja Católica está no mesmo nível de outras religiões ou que a salvação pode ser empreendida simplesmente por esforços humanos significa, portanto, não só caminhar na contramão dos santos, mas faltar à caridade com que Cristo amou a Sua Igreja e Se entregou por ela (cf. Ef 5, 25). [4]

O Arcebispo Sheen nasceu no dia 8 de maio de 1895 nos Estados Unidos. Foi ordenado sacerdote em 1919 e logo se tornou uma figura popular na rádio, na década de 30. Foi apresentador do programa de rádio “Hora Católica” e do programa de televisão “A Vida vale a pena ser vivida”, ganhador do Emmy, e chegou a uma audiência de milhões durante sua carreira nos meios de comunicação. [2]

*Em 4:53, aparentemente, Fulton Sheen confunde e fala Maya, porém o correto seria Mirra.

Referências:

[1] declaração “Dominus Iesus” sobre a unicidade e a
universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000806_dominus-iesus_po.html

[2] http://www.acidigital.com/noticias/mais-um-passo-para-a-beatificacao-do-apostolo-da-televisao-dom-fulton-sheen-39740/

[3] Catecismo da Igreja Católica

[4] https://padrepauloricardo.org/episodios/fora-da-igreja-existe-salvacao

Satanistas protestam contra a posse de Donald Trump

Trump publicou uma carta em que fez diversos compromissos com o eleitorado pró-vida: assinar o projeto de lei que proíbe o aborto após 20 semanas de gestação, nomear apenas juízes pró-vida para a Suprema Corte, retirar o financiamento público da clínica de abortos Planned Parenthood e tornar permanente a Emenda Hyde, que proíbe que o aborto seja realizado com financiamento público. [1]

Segundo a revista Foreign Policy, o Presidente Donald Trump anunciará o fim do financiamento de grupos e organizações que promovem o aborto no exterior. [3]

Em agosto de 2015, foi divulgada a notícia de que o grupo satânico Templo Satânico de Detroit (Michigan, EUA), que havia inaugurado recentemente uma estátua dedicada a Baphomet, reuniu mais de 30 mil dólares para financiar uma batalha legal em defesa do “direito ao aborto”, e assim evitar que suas fiéis grávidas fossem “submetidas” a receber informação prévia sobre o processo do aborto. Apelando à liberdade religiosa, defendem seus “direitos reprodutivos religiosos”. O porta-voz desse grupo, Lucien Greaves, afirmou que, em sua religião, o aborto é considerado um dos seus sacramentos. [2]

Nota-se a campanha da mídia brasileira e internacional contra Donald Trump, dando bastante destaque a esses protestos. Fiquemos atentos com as pessoas que deixamos formas nossa opinião, pois existe todo um interesse por trás da notícia.

E pra quem duvida, veja esse testemunho de um ex satanista, confessando que fazia rituais satânicos dentro de clínicas de aborto: https://padrepauloricardo.org/blog/ex-satanista-eu-fazia-rituais-satanicos-dentro-de-clinicas-de-aborto

Referências:

[1] http://www.semprefamilia.com.br/blog-da-vida/trump-cria-grupo-pro-vida-e-assina-compromissos-contra-o-aborto/

[2] http://pt.aleteia.org/2015/09/28/existe-alguma-relacao-entre-o-satanismo-e-a-pratica-do-aborto/

[3] http://blog.comshalom.org/vidasemduvida/trump-assume-e-ja-anuncia-fim-do-apoio-do-governo-ao-aborto/

Quais são as raízes históricas da Santa Missa?

Neste fascinante registro histórico da Igreja primitiva, vemos que a Santa Missa sempre foi celebrada da mesmíssima maneira como fazemos até hoje, até nos seus principais detalhes! [1]

“Os cristãos celebram a Eucaristia desde as origens, e sob uma forma que, em sua substância, não sofreu alteração através da grande diversidade do tempo e das liturgias, porque temos consciência de estarmos ligados ao Mandato do Senhor, dado na véspera de sua Paixão: ‘Fazei isto em memória de Mim (1Cor 11, 24-25)’. (…) Ao fazermos isto, oferecemos ao Pai o que Ele mesmo nos deu: os dons de sua Criação, pão e vinho, que pelo poder do Espírito Santo e pelas palavras de Cristo tornam-se Corpo e Sangue de Cristo, que, assim, se torna Real e misteriosamente Presente. (…) No ‘dia do Sol’ (domingo), como é chamado, reúnem-se num mesmo lugar os habitantes, quer das cidades, quer dos campos. Leem-se ora os comentários dos Apóstolos, ora os escritos dos Profetas. Depois, o que preside toma a palavra para aconselhar e exortar à imitação de tão sublimes ensinamentos. Seguem-se as preces da comunidade e, quando as orações terminam, saudamo-nos uns aos outros com o ósculo. Em seguida, leva-se àquele que preside aos irmãos o pão e o vinho. (…) Ele os toma e faz subir louvor e glória ao Pai do Universo, no Nome do Filho e do Espírito Santo, e rende graças (no grego Eucharistian) longamente, pelo fato de termos sido julgados dignos destes Dons. Terminadas as orações e ações de graças, o povo presente aclama, dizendo amém. Depois de o presidente ter feito a ação de graças e o povo ter respondido, os diáconos distribuem a Eucaristia e levam-na também aos ausentes.”
– Carta de S. Justino ao imperador Antonio Pio (S. Justino, ano 155 dC, em Apologeticum 1,65). [1]

Referências

[1] http://www.ofielcatolico.com.br/2001/03/o-santissimo-sacramento-da-eucaristia.html

[2] Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=xLJIvZ4fH_U&t=3s

Constantino fundou a Igreja Católica?

Veja o leitor, por exemplo, o conteúdo da Carta de Santo Inácio de Antioquia aos Esmirnenses (que viveu do ano 67 até 110 dC), a qual, escrita nos primeiríssimos anos do cristianismo, antes mesmo da canonização da Bíblia Sagrada (e séculos antes de Constantino), já denomina a verdadeira Igreja de Cristo como Católica:

“Sigam todos ao bispo, como Jesus Cristo ao Pai; sigam ao presbitério como aos apóstolos. Acatem os diáconos, como à lei de Deus. Ninguém faça sem o bispo coisa alguma que diga respeito à Igreja. Por legítima seja tida tão-somente a Eucaristia, feita sob a presidência do bispo ou por delegado seu. Onde quer que se apresente o bispo, ali também esteja a comunidade, assim como a presença de Cristo Jesus também nos assegura a presença da Igreja Católica. (Santo Inácio de Antioquia aos Esmirnenses) [2]

Santo Inácio de Antioquia foi discípulo de São Paulo e de São João, e o segundo sucessor de São Pedro como bispo na Sé de Antioquia. Nasceu entre os anos 30 e 35 d.C. e morreu mártir, devorado pelas feras, em janeiro de 107, durante o reinado do imperador romano Trajano. A caminho de Roma, escreveu sete epístolas dirigidas às igrejas de Éfeso, Magnésia, Trália, Filadélfia, Esmirna, Roma e uma carta a São Policarpo. [3]

Então quem fundou a Igreja Católica?

Foi o próprio Senhor Jesus Cristo.

A palavra igreja deriva de outra palavra grega que significa assembléia convocada. Neste sentido a Igreja é a reunião de todos os que respondem ao chamado de Jesus:

“…ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor” (Jo 10,16).

Jesus Cristo tinha intenção de fundar uma Igreja, a prova bíblica de sua intenção, encontramos em (Mt 16,18): “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. [4]

Referências:

[1] A Igreja Católica foi fundada por Constantino?http://www.ofielcatolico.com.br/2001/02/a-igreja-catolica-foi-fundada-por.html

[2] Epístola completa de Santo Inácio de Antioquia aos Esmirnenses: http://www.ofielcatolico.com.br/2014/06/a-epistola-de-santo-inacio-de-antioquia.html

[3] Catolicismo Primitivo (Parte 3) – Santo Inácio de Antioquia http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/patristica/controversias/917-catolicismo-primitivo-parte-3-santo-inacio-de-antioquia

[4] A Igreja Católica foi fundada por Constantino? http://www.veritatis.com.br/apologetica/igreja-papado/a-igreja-catolica-foi-fundada-por-constantino/

[5] De onde veio o Romana? Citações Patrísticas explicam http://padresdaigreja.blogspot.com.br/2015/02/os-pais-da-igreja-e-supremacia-e.html?m=1

 

Gregorio Allegri – Miserere mei, Deus (legendado em português)

Gregorio Allegri foi um sacerdote católico, cantor e compositor italiano da Escola romana. Em Roma viveu a maior parte da vida e lá também morreu. Embora tenha composto e publicado uma profusão de obras sacras, Allegri é lembrado sobretudo por seu Miserere, um elaborado moteto sacro cantado até 1870 pelo coro papal durante a Semana Santa.

O Papa São João Paulo II, no dia 30 de Julho de 2003, refletiu o “Miserere”, que é na verdade o salmo 50:

[…] Com efeito, como confessa o Salmista noutra súplica, “nenhum vivente é justo na Vossa presença”, ó Senhor (Sl 142, 2). No Livro de Job lê-se: “Como, pois, pode justificar-se o homem diante de Deus? Como será puro o homem nascido da mulher? Até a própria luz não brilha e as estrelas não são puras aos Seus olhos! Quanto menos o homem, simples verme, e o filho do homem, mero vermezinho!” (25, 4-6). Estas são frases fortes e dramáticas, que querem mostrar em toda a seriedade e gravidade o limite e a fragilidade da criatura humana, a sua capacidade perversa de semear o mal e a violência, a impureza e a mentira. Contudo, a mensagem de esperança do Miserere, que o Saltério coloca nos lábios de David, pecador convertido, é esta: Deus pode “apagar, lavar, purificar” a culpa confessada com o coração contrito (cf. Sl 50, 2-3). Diz o Senhor através da voz de Isaías: “Mesmo que os vossos pecados fossem como escarlate, tornar-se-iam brancos como a neve” (1, 18). [1]

Que a música sirva de incentivo para você procurar o quanto antes o sacramento da confissão e fazer as pazes com Deus, podendo assim receber, em estado de graça (única maneira possível), o sacramento da Eucaristia.

Referências:

[1] https://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/audiences/2003/documents/hf_jp-ii_aud_20030730.html

[2] Miserere Allegri, Coral Ars Nova Copenhagen. Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=O91aabHmKRY

The vortex: O problema do protestantismo pró-vida

A iliceidade (dos métodos contraceptivos) não se deve a um decreto da Igreja, mas sim à própria lei natural, que é a lei do Criador. Na verdade, existe uma lei natural anterior à lei dos homens (eclesiásticos ou civis). Observe-se o organismo humano: está sujeito a certas normas para poder viver sadiamente assim à lei da alimentação, e da alimentação bem ponderada (não é lícito comer qualquer coisa atraente);… à lei da respiração (não é possível respirar gás carbônico sem incorrer em graves conseqüências);… à lei do repouso (não há como trabalhar sem descansar adequadamente);… e também às leis da genitalidade: o aparelho genital humano é unitivo (promove a união do marido e da mulher) e é fecundo em certos dias do mês; a natureza torna a mulher fecunda. Em conseqüência, os anticoncepcionais ferem a natureza – o que contraria à lei do Criador. Eis por que a Igreja, fiel ao Senhor Deus, rejeita os anticoncepcionais; estes descaracterizam a sexualidade, proporcionando o gozo de um prazer com detrimento do funcionamento normal da natureza. [1]

Esta doutrina, muitas vezes exposta pelo Magistério, está fundada sobre a conexão inseparável que Deus quis e que o homem não pode alterar por sua iniciativa, entre os dois significados do ato conjugal: o significado unitivo e o significado procriador.
Na verdade, pela sua estrutura íntima, o ato conjugal, ao mesmo tempo que une profundamente os esposos, torna-os aptos para a geração de novas vidas, segundo leis inscritas no próprio ser do homem e da mulher. Salvaguardando estes dois aspectos essenciais, unitivo e procriador, o ato conjugal conserva integralmente o sentido de amor mútuo e verdadeiro e a sua ordenação para a altíssima vocação do homem para a paternidade. Nós pensamos que os homens do nosso tempo estão particularmente em condições de apreender o caráter profundamente razoável e humano deste princípio fundamental [2]

A Igreja recomenda aos casais usarem, quando necessário, o método de controle da natalidade natural, desenvolvido pelo casal Billings. Saiba mais clicando aqui:

Referências:

[1] http://cleofas.com.br/o-nao-aos-anticoncepcionais-admite-excecao-eb/

[2] CARTA ENCÍCLICA HUMANAE VITAE: SOBRE A REGULAÇÃO DA NATALIDADE: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html