Arquivo mensal: março 2017

A “Sola Scriptura” é bíblica?

Neste vídeo, Steve Ray (um católico convertido, vindo do protestantismo batista e uma das grandes vozes católicas nos EUA) comenta a Sola Scriptura.

O pilar fundamental do Protestantismo está edificado na doutrina da Sola Scriptura, que quer dizer “somente as Escrituras”, ou “somente a Bíblia basta”. Para eles, Cristo não fundou nenhuma Igreja e o Catolicismo se desviou cometendo vários erros doutrinários durante o decorrer da história.

Porém, alguns questionamentos (sem respostas) surgem:

Em qual livro do Novo Testamento os Apóstolos falam às gerações futuras que a fé cristã se baseará apenas na Bíblia?

Onde a Bíblia afirma ser a única autoridade para o cristão em matérias de fé e moral?

Onde Jesus ordena a seus Apóstolos a escreverem a Bíblia? O que está escrito lá é: “Ide e pregai” e não “ide e escrevei”. E assim, os Apóstolos não escreveram nada, somente ouviram e pregaram!

Por que existem mais de 40.000 denominações protestantes, com centenas e centenas de interpretações diferentes umas das outras, se todas estão com a mesma Bíblia na mão?

Se a Sola Scriptura é tão sólida e biblicamente fundada, por que não existe um tratado de verdade, escrito para defendê-la, desde a época em que a expressão foi cunhada pela Reforma?

Se a Igreja primitiva acreditava na Sola Scriptura, por que os credos primitivos sempre dizem: “Creio na Santa Igreja Católica” e não simplesmente “Creio nas Santas Escrituras”?

Se a Sola Scriptura fosse suficiente, como conheceríamos a lista dos livros canônicos, se ela não traz a relação deles? Qualquer pessoa de bom senso perceberá que os livros canônicos só chegou até nós graças à Igreja Católica, através do Magistério e da Tradição.

Portanto, agora você já sabe o que responder quando lhe disserem “Onde está na bíblia?” ou “Isso não é bíblico!”

Referências:

http://www.veritatis.com.br/sola-scriptura-ou-a-igreja/

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Os irmãos de Jesus: Maria teve outros filhos?

 

“Para nós, católicos, Jesus é o único filho de Maria (CIC §501). Cremos que Jesus não teve irmãos de sangue, e isso testemunha o dogma da Perpétua Virgindade de Maria. Mas esta verdade de fé é muito contestada por “evangélicos” que, lendo superficialmente o Evangelho, encontram trechos aparentemente incompatíveis e menções aos “irmãos de Jesus”. Vejamos o que diz O Evangelho segundo S. Mateus:

“Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs?” (Mt 13,55-56).

E agora? Como podemos crer ainda na virgindade perpétua de Maria, se as Escrituras são tão claras em afirmar que o Senhor tinha irmãos?

Como sabemos, a passagem citada acima é sempre usada para atacar a fé dos católicos, e provoca confusão: Jesus teve mesmo irmãos de sangue? Acontece que a resposta nos é dada pela própria Bíblia Sagrada.” [1]

Neste vídeo, Dr. Brant Pitre esclarece essa situação, ensinando a verdadeira interpretação dessa e de outras passagens bíblicas que tratam sobre os “irmãos” de Jesus. Ele ainda cita alguns textos dos Padres da Igreja (Patrística), que também deixam claro a real identidade dessas figuras “misteriosas” do Evangelho.
Referências

[1] http://www.ofielcatolico.com.br/2014/02/virgindade-perpetua-de-maria-mae-de.html

Quatro GRAVÍSSIMAS consequências da comunhão na mão

O Bispo Athanasius Schneider da uma simples e esclarecedora explicação sobre a comunhão na mão, e cita quatro GRAVÍSSIMAS consequências dessa forma de comungar. O vídeo dispensa explicações devido a clareza do bispo.

Se o fiel está em estado de graça, sem pecados mortais, ele pode comungar, e na boca se quiser.

“Portanto, ninguém pode negar a Sagrada Comunhão a um fiel que A peça diretamente na boca — a não ser que ele esteja «impedido pelo direito», caso em que ele não pode comungar nem na mão e nem de jeito nenhum. Se um fiel católico pode comungar, então ele pode comungar na boca: é a lei da Igreja.” [1]

Referências:

[1] A comunhão na boca é um direito que não se pode suprimir http://www.deuslovult.org/2016/04/11/a-comunhao-na-boca-e-um-direito-que-nao-se-pode-suprimir/

[2] REDEMPTIONIS SACRAMENTUM (92)
http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/ccdds/documents/rc_con_ccdds_doc_20040423_redemptionis-sacramentum_po.html

Vídeo no facebook: https://www.facebook.com/OtradutorCatolico/videos/1808907156027916/

The Vortex: A fé como entretenimento

Danças, luzes, som alto, performances e muito sentimentalismo… Fazer uso desses “ingredientes” na hora de evangelizar, é correto? Michael Voris responde essa pergunta e ainda explica porque os protestantes e o mundo secular sempre terão vantagem no campo do entretenimento.

Ele mostra a diferença entre a verdade dos ensinamentos da Igreja Católica e o sentimentalismo protestante. O primeiro apresenta à mente a oportunidade da pessoa fazer um balanço da sua vida e ser transformado num novo homem, o segundo num sentimentalismo barato e passageiro, que no fim das contas deixa um vazio na alma.

O grande problema apresentando no vídeo é que existe dentro da Igreja uma mentalidade de imitar os protestantes na hora de evangelizar. Aderindo a esse sentimentalismo barato, os católicos abandonam a maior especialidade da fé católica: a verdade.

Ou seja, estamos fazendo muito uso da emoção e pouco uso da verdade.

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Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=gIm5u1gXwiY&t=1s