Arquivo mensal: abril 2017

O sacramento da Eucaristia

”Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim já não terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede.” (João 6,35) Quando eles ouviram esta afirmação, alguns de seus seguidores começaram a murmurar entre si, pois sabiam que Ele era apenas um carpinteiro, o filho de José. Como poderia este homem ser o pão da vida? Mas Jesus insistiu, explicando-se a eles:

”Eu sou o pão vivo descido do céu. Se alguém comer deste pão viverá para sempre. E o pão que eu darei é minha carne para a vida do mundo”. (João 6,51)

Este comentário trouxe real consternação a vários dos que o tinham seguido. Ele estava afirmando que eles deveriam comer sua carne, um ato inconcebível. Se as palavras dele estavam sendo mal interpretadas, se eles estivessem enganados de qualquer forma, então Jesus teria corrigido seu engano… mas Ele não o fez. Ao invés, Ele ainda enfatizou novamente o significado já apreendido, ao afirmar:

”Em verdade, em verdade eu vos digo: se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come minha carne e bebe meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia. Porque minha carne é verdadeiramente comida e meu sangue é verdadeiramente bebida. Quem come minha carne e bebe meu sangue permanece em mim, e eu nele. Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum. Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza?” (João 6, 53-61)

“Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele. Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.” (João 6, 66-68)

Jesus afirmou claramente que Ele estava dando para seus seguidores Seu corpo e sangue. Não foi uma metáfora, como muitos dos seus seguidores de Cafarnaum teriam gostado acreditar – era realmente Ele. Mas teriam seus discípulos verdadeiramente acreditado que ali estavam o corpo e sangue de Jesus? São Paulo testemunha as convicções dos primeiros discípulos de Jesus:

”Assim, pois, quem come o pão ou bebe o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo e então coma do pão e beba do cálice; pois aquele que, sem discernir o corpo [do Senhor], come e bebe, sua própria condenação.” (1 Coríntios 11,27-29)

Fonte do texto: http://www.veritatis.com.br/o-fundamento-biblico-da-eucaristia/

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Imigrantes: o que a Igreja ensina?

Alguns esquerdistas, em nome do multiculturalismo, querem abrir totalmente as fronteiras, inclusive para os terroristas islâmicos. Já alguns direitistas querem fechar totalmente as fronteiras, proibindo a entrada de qualquer tipo de imigrante no seu país.

No meio dessa confusão, o que queremos os católicos? Descubra assistindo a esse vídeo do programa “EWTN News Nightly”, onde Lauren Ashburn conversa sobre o ensinamento católico com Chad Pecknold, que é professor de Teologia, na Universidade Católica da América. Descubra também o que a Igreja ensina, lendo o parágrafo 2241 do Catecismo da Igreja Católica, que vem logo abaixo:

“As nações mais abastadas devem acolher, tanto quanto possível, o estrangeiro em busca da segurança e dos recursos vitais que não consegue encontrar no seu país de origem. Os poderes públicos devem velar pelo respeito do direito natural que coloca o hóspede sob a proteção daqueles que o recebem.

As autoridades políticas podem, em vista do bem comum de que têm a responsabilidade, subordinar o exercício do direito de imigração a diversas condições jurídicas, nomeadamente no respeitante aos deveres que os imigrantes contraem para com o país de adoção. O imigrado tem a obrigação de respeitar com reconhecimento o patrimônio material e espiritual do país que o acolheu, de obedecer às suas leis e de contribuir para o seu bem.”

 

Michael Voris explica o mistério do Tríduo Pascal

Michael Voris faz uma reflexão sobre o Tríduo Pascal, e nos ajuda a meditar o sofrimento de Cristo na cruz e a glória da Sua ressurreição.

“A palavra tríduo na prática devocional católica sugere a ideia de preparação. Às vezes nos preparamos para a festa de um santo com três dias de oração em sua honra, ou pedimos uma graça especial mediante um tríduo de preces de intercessão.

O tríduo pascal se considerava como três dias de preparação para a festa de Páscoa; compreendia a quinta-feira, a sexta-feira e o sábado da Semana Santa. Era um tríduo da paixão.

No novo calendário e nas normas litúrgicas para a Semana Santa, o enfoque é diferente. O tríduo se apresenta não como um tempo de preparação, mas sim como uma só coisa com a Páscoa. É um tríduo da paixão e ressurreição, que abrange a totalidade do mistério pascal. Assim se expressa no calendário:

Cristo redimiu ao gênero humano e deu perfeita glória a Deus principalmente através de seu mistério pascal: morrendo destruiu a morte e ressuscitando restaurou a vida. O tríduo pascal da paixão e ressurreição de Cristo é, portanto, a culminação de todo o ano litúrgico.” [1]

Fonte do texto:

[1] http://www.acidigital.com/fiestas/pascoa/triduo.htm

Protestante se converte à Igreja Católica através da Patrística (Conversão de Steve Ray)

Steve Ray, um ex protestante Batista, comenta como os “Padres da Igreja” (Patrística) foram fundamentais para que ele abandonasse o protestantismo e se tornasse católico.

É muito comum vermos protestantes dizendo que a Igreja Primitiva seguia Jesus, mas foi corrompida pelas ideias Católicas e “resgatada” de forma verdadeira por Martinho Lutero.

Sobre isso diz Steve Ray “Mas se for assim, os cristãos primitivos devem ter se corrompido muito cedo, afinal, aqueles primeiros cristãos, os Padres Apostólicos, os Padres da Igreja, acreditavam na presença real de Cristo na Eucaristia, eles acreditavam em Pedro a na autoridade de Roma, eles falavam frequentemente sobre a estrutura da Igreja, que tinha bispos, padres e diáconos.”

Chamamos de “Padres da Igreja” (Patrística) aqueles grandes homens da Igreja, aproximadamente do século II ao século VII, que foram no Oriente e no Ocidente como que “Pais” da Igreja, no sentido de que foram eles que firmaram os conceitos da nossa fé, enfrentaram muitas heresias e, de certa forma foram responsáveis pelo que chamamos hoje de Tradição da Igreja; sem dúvida, são a sua fonte mais rica. Padre ou Pai da Igreja, se refere a um escritor leigo, sacerdote ou bispo, da Igreja antiga, considerado pela Tradição como um testemunha da fé. [1]

Steve Ray cita Santo Inácio de Antioquia, que se referindo ao Docetas, uma seita gnóstica da época que não acreditava na presença real de Cristo na eucaristia, escreveu:

“Afastam-se [os Docetas] também da Eucaristia e da oração porque não confessam que a Eucaristia é a carne de nosso Salvador Jesus Cristo, a mesma [carne] que padeceu pelos nossos pecados; a mesma [carne] que, por sua bondade, o Pai ressuscitou. Assim, pois, os que contradizem o dom de Deus morrem e perecem nas suas digressões. Quão melhor seria para eles celebrar a Eucaristia, a fim de que ressuscitassem! Convém, portanto, afastar-se dessas pessoas e nem privada nem publicamente falar com elas (Carta aos Esmirniotas 7,1-2. Ano 107 d. C.)” [2]

Se você se interessou e quer estudar a Patrística, os livros podem ser encontrados aqui http://ecclesiae.com.br/index.php?route=product/category&path=162

e várias citações e estudos nos sites:

http://www.ofielcatolico.com.br
http://www.apologistascatolicos.com.br
http://www.veritatis.com.br/

Fonte do texto:

[1] Você sabe o que é Patrística? http://cleofas.com.br/voce-sabe-o-que-e-a-patristica/

[2] Catolicismo Primitivo (Parte 3) – Santo Inácio de Antioquia http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/patristica/estudos-patristicos/917-catolicismo-primitivo-parte-3-santo-inacio-de-antioquia

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Salve Maria!