Todas as pessoas vão para o céu?

“Há inferno. – Uma afirmação que para ti é sem dúvida um lugar-comum. – Vou-te repetir: há inferno! Vê se me serves de eco, oportunamente, ao ouvido daquele companheiro… e daquele outro.” (São Josemaria Escrivá, Caminho – 749).

Pode parecer besteira fazer essa pergunta, mas o mundo moderno está tão relativista, que essa verdade de fé é muitas vezes esquecida. Ninguém melhor do que o Bispo Athanasius Schneider, com sua clareza habitual, para nos recordar o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, e também da sua Igreja, a respeito do inferno.

Como alguns dias atrás completou-se 100 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima, é conveniente meditarmos sobre esse real perigo, conforme diz o bispo. Abaixo segue o relato a respeito do inferno, segundo a visão dos pastorinhos de Fátima:

“Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que d’elas mesmas saiam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faulhas em grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu; que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição) se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.” [1]

O Catecismo da Igreja Católica também ensina:
§1861 O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. Acarreta a perda da caridade e a privação da graça santificante, isto é, do estado de graça. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso. No entanto, mesmo podendo julgar que um ato é em si falta grave, devemos confiar o julgamento sobre as pessoas à justiça e à misericórdia de Deus.

Fonte do texto:

[1] http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000626_message-fatima_po.html

Vídeo facebook: https://www.facebook.com/OtradutorCatolico/videos/1837853143133317/
Twitter: https://twitter.com/otradcatolico

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