Arquivo mensal: junho 2017

VIVA A BATINA!!! (Documentário legendado em português)

“Viva a batina!” é um documentário que visa ser um sincero tributo a batina. Uma homenagem emocionante a todos os sacerdotes que usam fielmente a batina em tempos difíceis e injustos. É um estímulo para todos aqueles que a usam, um convite para aqueles que desejamos que usem e um testemunho da verdade do Magistério da Igreja com relação ao uso do hábito eclesiástico.

Os símbolos estão por todos os lugares, e um dos que mais produzem efeito, são os uniformes. Um policial ou um guarda de trânsito não precisam estar prendendo ou multando, apenas a sua presença já influencia as pessoas que estão ao seu redor.
Os confortam, dão segurança… ou o contrário, deixando as pessoas preocupadas ou inquietas. Uma batina sempre gera algum efeito. Seu sentido sobrenatural não exige pregações ou que seja dito algo. Ela encoraja aqueles que estão na graça de Deus, alertam aqueles que não estão e para aqueles que estão afastados de Deus, produz arrependimento.

Vivemos numa cultura totalmente secularizada e, assim, mais do que nunca, são necessários sinais no mundo que simbolizem o céu e a presença de Deus entre nós, e esses pequenos sinais tem muito mais significado hoje do que no passado. Afinal, no mundo de hoje já não existem sinais de sacralidade e o próprio mundo se dirige a um caminho secular, praticamente todo ateísta. O sacerdócio deve ser visível. A batina faz com que o sacerdote seja visível. Quantos por aí, que estão afastados da Igreja e da fé, ao verem a batina do padre ou o hábito do religioso e religiosa, não recordam a presença da Igreja?

A batina é um testemunho silencioso e constante da presença da Igreja no mundo. O que aconteceria se todos os padres, seminaristas, noviços e noviças, religiosos ou religiosas
usassem sua batina e o hábito religioso? A resposta é que em todos os lugares e em todos os momentos, a Igreja seria visível e estaria presente na sociedade. Que grande e eficaz método de evangelização, que ocorre apenas com o sinal externo do hábito, sem palavras ou ações!

A batina é moderna e atual, assim como é moderna e atual a mensagem que ela transmite sobre Cristo e a Cruz de Cristo.”

The vortex – Católicos fanáticos

“Se você obedece a quase todos os mandamentos de Deus; se converteu-se, mas não quer exagerar, não quer ser tachado de radical, se deixou os grandes pecados de lado e acredita que isso é suficiente, saiba: está vivendo uma fé medíocre. Vive ainda com uma mentalidade protestante. Tal qual aquela famosa música: “eu era um bêbado que vivia drogado, hoje estou curado, encontrei Jesus…” Eles não creem ser possível a vida de santidade.

Mas, os católicos não só creem nessa possibilidade, como têm inúmeros exemplos de santos e santas, de mártires, de homens e mulheres valorosos, que deram a vida por algo maior, por uma fé radical, em que se obedece profundamente ao primeiro mandamento: “Amarás o Senhor teu Deus, de toda a tua alma, de todo o teu coração e de todo o teu entendimento.” (Mt 22,37).” [1]

É justamente isso que Michael Voris explica nesse vídeo. Católicos fanáticos são santos, e o mundo precisa de católicos fanáticos. Mas como alcançar esse fanatismo? essa santidade? Bem, cremos que o primeiro passo seja respondendo “sim” as palavras ditas nesse episódio do “vortex” e, em seguida, assistindo e colocando em prática essas aulas do Padre Paulo Ricardo sobre as segundas moradas. Veja-as clicando AQUI: https://goo.gl/298s12

Fonte do texto:

[1] https://padrepauloricardo.org/episodios/a-segunda-decolagem

 

Cardeal Burke: A família é uma pequena Igreja

Cardeal Raymond Burke relembra a devoção de sua família ao Sagrado Coração de Jesus e do modo como eles costumavam montar uma mesa com flores para Maria durante o mês de maio. Essa vida de fé ensinou-lhe desde criança que a família é “uma pequena igreja”. Ele encoraja as famílias católicas a criarem esse tipo de ambiente para seus filhos e a terem uma vida devocional bem intensa, especialmente as famílias jovens. [1]

“No conjunto daquilo que é o apostolado evangelizador dos leigos, não se pode deixar de pôr em realce a ação evangelizadora da família. Nos diversos momentos da história da Igreja, ela mereceu bem a bela designação sancionada pelo Concílio Ecumênico Vaticano II: “Igreja doméstica”. Isso quer dizer que, em cada família cristã, deveriam encontrar-se os diversos aspectos da Igreja inteira. Por outras palavras, a família, como a Igreja, tem por dever ser um espaço onde o Evangelho é transmitido e donde o Evangelho irradia.” [2]

“§1666 O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de “Igreja doméstica”, comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã.

§2685 A família cristã é o primeiro lugar da educação para a oração. Fundada sobre o sacramento do matrimônio, ela é “a Igreja doméstica”, onde os filhos de Deus aprendem a orar “como Igreja” e a perseverar na oração. Para as crianças, particularmente, a oração familiar cotidiana é o primeiro testemunho da memória viva da Igreja reavivada pacientemente pelo Espírito Santo”. [3]

Fonte do texto:

[1] https://www.youtube.com/watch?v=y7kXinxOFKc

[2]http://br.radiovaticana.va/storico/2012/06/03/a_nova_evangeliza%C3%A7%C3%A3o_e_a_fam%C3%ADlia_%E2%80%93_igreja_dom%C3%A9stica,_lugar_origin%C3%A1rio/bra-593484

[3]Catecismo da Igreja Católica

Jesus: mentiroso, louco ou Deus.

Os cristãos confessam, desde sempre, que Jesus Cristo é Deus. São João escreve que a Palavra, que “estava junto de Deus” e “era Deus” ( Jo 1, 1), “se fez carne e veio morar entre nós” (Jo 1, 14). São numerosos os discursos de Cristo em que Ele deixa claro ser muito mais que um simples homem – todo o Evangelho de São João está permeado de declarações desse teor –, sendo este o motivo alegado pelos judeus para condená-Lo à morte: “Não queremos te apedrejar por causa de uma obra boa, mas por causa da blasfêmia. Tu, sendo apenas um homem, pretendes ser Deus” (Jo 10, 33).

Se, naquela época, até quem não seguia Nosso Senhor tinha clara consciência da grandeza do que Ele anunciava, hoje, muitos – atribuindo a si o apelido de “cristãos” – têm advogado, covardemente, uma “terceira opção”: ao invés de rejeitar ou aceitar de vez a mensagem do Evangelho, recorrem a uma leitura distorcida das Escrituras, reduzindo a figura de Jesus à de “um grande profeta, um mestre de sabedoria, um modelo de justiça” [1], cujas máximas valeriam, no máximo, como “guias motivacionais”. Para essas pessoas, a Bíblia não é o livro que traz a revelação de Deus, mas tão somente um “manual de autoajuda”; e a Igreja não é um edifício espiritual, mas uma construção puramente material, voltada apenas aos cuidados e necessidades deste mundo.

É preciso reconhecer, porém, como é cômodo relegar Nosso Senhor à posição de “apenas um homem”. Se é assim, as suas palavras realmente não vinculam, nem obrigam ninguém a nada; são apenas reflexões morais e sociais, como as de qualquer pensador antigo. Daria no mesmo, então, citar Confúcio, Dalai Lama, Buda, Chico Xavier ou Jesus Cristo. Afinal, se são todos homens, com igual tratamento deveriam ser acolhidas suas mensagens: como palavras humanas.

Antes de mais nada, importa denunciar o grave equívoco desse ponto de vista, que não pode ser aceito sem se cometer um grande e grave atentado à razão. Se Jesus não é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” ( Jo 1, 29), nem “o pão que desceu do céu” e que dá a vida eterna (Jo 6, 41), nem “a porta das ovelhas” (Jo 10, 7) – realidades que ninguém usaria senão para se referir à divindade –, então, ou é um mentiroso, que queria enganar os outros, ou um louco, que não sabia sequer quem ele mesmo era. Ora, que grandeza pode haver na mentira e na loucura? Ou Jesus é Deus, ou não é nada.

O padre Mike Schmitz esclarece esse assunto e responde quem Jesus realmente é.

Fonte do texto: https://padrepauloricardo.org/blog/ou-jesus-e-deus-ou-nao-e-nada

 

Foi o Corão que me converteu à Igreja Católica (Conversão/testemunho Mario Joseph)

Esse vídeo conta a história da conversão de Mario Joseph, ex muçulmano e agora católico. Existem vários pedaços dele espalhados pela internet, porém tudo indica que a tradução foi feita por protestantes. Eles excluíram tudo que Mario Joseph fala a respeito da Igreja Católica, da Santíssima Virgem Maria e da eucaristia.

“Para ter vida eterna, você precisa de Jesus, e não só isso, você precisa da Igreja Católica. Por isso, quando eu participo de Seu corpo e sangue, eu estou participando de Sua vida, tomando parte de Sua vida. É por isso que Jesus me chama de ‘irmão’, e Jesus e nós, ambos, chamamos Deus de ‘pai’. É uma união com Ele, na qual nós obtemos a vida eterna. Para receber isso sempre, você deve ser católico. Porque Jesus disse claramente: ‘Se você come o meu corpo e bebe o meu sangue, nunca morrerá e, mesmo se morrer, eu o ressuscitarei’ (cf. Jo, VI). Foi assim que eu decidi tornar-me cristão e, especialmente, católico.” [1]

“E eu sempre peço intercessão da Mãe Maria, e eu sei que ela está sempre me protegendo onde quer que eu esteja. Quando eu vou ao mundo muçulmano e quando estou viajando, eu sei que ela me protege demais. Como nosso Papa João Paulo II disse “Mãe Maria protege muito seus filhos”.

[1] https://padrepauloricardo.org/blog/ex-clerigo-muculmano-foi-o-corao-que-me-converteu-ao-cristianismo