Arquivo mensal: julho 2017

Por que os contraceptivos são errados?

Neste vídeo traduzido do original “Why contraception is wrong?” (disponível aqui: https://goo.gl/moKvh6A) Chris Bray explica de maneira simples quais são as finalidade do sexo.

“Muitas pessoas confundem famílias numerosas com falta de responsabilidade. Engano comum. A doutrina da Igreja é clara em ensinar a “paternidade responsável”, que é a generosidade dos pais na abertura à vida, conforme as suas próprias condições. Trata-se de uma capacidade de doação e entrega a Deus. Filhos são sempre um “dom” de Deus, nunca um estorvo. Neste sentido, o Método de Ovulação Billings tem se mostrado um ótimo instrumento para o exercício da desejável “paternidade responsável”, pois além de sempre favorecer a abertura do casal à vida, permite que marido e mulher se conheçam melhor e aprendam juntos a viver a continência necessária ao matrimônio.” [1]

“A mentalidade contraceptiva, no entanto, criou um relacionamento egoísta entre o casal, imprimindo a ideia de que “criança” é algo ruim. Nascem, assim, várias desculpas para a contracepção. A maior delas seria o custo financeiro. Impressiona, todavia, que tantos casais que se recusam a ter filhos não reclamem de dispender gastos consideráveis em alimentação e tratamento veterinário a seus cães e gatos de estimação. Pesquisa recente do IBGE revela que, no Brasil, o número de animais domésticos por casal está ultrapassando o número de crianças: https://goo.gl/vgTkjB Nunca foi tão real o perigo, apontado pelo Catecismo da Igreja Católica (parágrafo 2418), de que as pessoas dirijam aos animais “o afeto devido exclusivamente às pessoas”. [1]

“Ter uma família numerosa tem o seu preço”: quem faz uma escolha pela vida, deve estar disposto a renunciar às férias em Cancún, ao seu iate ou à sua casa na praia. Além disso, educar esses pequenos — diferentemente de adestrar animais — é um trabalho custoso, que demanda dedicação integral e um desenvolvimento especial do próprio caráter. Não se pode, de fato, “pôr filhos no mundo” e negligenciar a sua formação. É preciso sair do mundo do próprio ego — dos “meus planos”, da “minha carreira”, do “meu lazer” — para entrar de cabeça nesse universo novo e exigente. No fim das contas, a raiz da esterilidade do “novo mundo” não passa de um egoísmo disfarçado sob a máscara de “prudência”. [1]

 

Fonte do texto:

[1] https://padrepauloricardo.org/blog/a-nova-velha-polemica-da-igreja-e-dos-anticoncepcionais

O uso do véu na Igreja Católica

Vídeo traduzido do original: True Faith TV – The Chapel Veil https://www.youtube.com/watch?v=lFqSae_ZwRY

Nesse vídeo produzido pelo canal “True Faith TV”, são expostos diversos depoimentos de mulheres que usam o véu. É, resumidamente, um convite para que mais mulheres possam usar o véu na Igreja.

(…) “Não existe obrigação canônica para o uso do véu. O que existe é uma longa tradição que insere a mulher num espírito de ritualidade e adoração, fazendo com que diante de Deus ela esconda a própria beleza, a própria glória para dar glória à beleza de Deus.

De forma prática, o uso do véu requer prudência. Sobre ele recai a pecha de ser obsoleto, tradicionalista, contrário à dignidade da mulher, mas, embora seja justamente o contrário, é importante que a pessoa aja com prudência, principalmente se exercer na paróquia alguma função, como ministra extraordinária, catequista etc. Não se deve por em risco a oportunidade de prestar um grande serviço a Cristo.

Contudo, se a pessoa não está engajada e sente o desejo de usar o véu, que seja corajosa e use, ainda que sozinha. Em muitos casos semelhantes o que se viu foi que outras mulheres se interessaram por essa piedade e, após a devida instrução passaram a praticá-la.

De qualquer forma, o uso do véu é uma disciplina que, ao longo do tempo, santificou muitas mulheres e diante do mundo secularizado e imodesto que se vive hoje ensinar as meninas desde pequenas a usar o véu pode resultar em frutos excelentes nas próximas gerações.” [1]

[1] É permitido o uso do véu na Igreja?https://padrepauloricardo.org/episodios/e-permitido-o-uso-do-veu-na-igreja

Igrejas feias fazem mal pra alma

Tradução do original: Brian Holdsworth – Make Church Architecture Great Again https://www.youtube.com/watch?v=FkCe-ndPRR8

Assim como acontece com a Verdade, a Beleza também não é relativa ao indivíduo. Existem coisas que são bonitas e coisas que são feias. Além disso, existem estudos e testemunhos de conversões que compravam a eficácia da arte sacra na evangelização. Isso pode ser comprovado aqui https://goo.gl/e9NQ77 e aqui https://goo.gl/mm64CU

“Em qualquer época entre 1750 e 1930, se você pedisse às pessoas cultas para descrever o objetivo da poesia, da arte ou da música, elas teriam respondido: a Beleza. E se você perguntasse pela razão disso, você aprenderia que a Beleza é um valor, tão importante quanto a Verdade e o Bem. Depois, no século XX, a beleza deixou de ser importante. A arte, cada vez mais, concentrou-se em perturbar e em quebrar tabus morais. Não era a beleza, mas a originalidade, conseguida por qualquer meio e a qualquer custo moral, que ganhava os prêmios. Não apenas a arte fez um culto à feiura; a arquitetura também se tornou desalmada e estéril. E não foi somente o nosso ambiente físico que se tornou feio. Nossa linguagem, nossa música e nossas maneiras estão cada vez mais rudes, egoístas e ofensivas; como se a beleza e o bom gosto não tivessem nenhum lugar real em nossas vidas.” [1]

Uma das maiores vítimas desse pensamento relativista foram as construções de igrejas. Nesse vídeo, Brian Holdsworth explica porque nós devemos voltar às nossas tradições católicas e abandonar o modernismo na arquitetura.

Fonte do texto:

[1] Por que a beleza importa? https://ipco.org.br/ipco/53582-2/#.WWVEtBXyuig

 

O mito da superpopulação

“Os controlistas nos venderam o controle de população como algo necessário e urgente… Têm-nos feito acreditar que somos muitos no mundo e que os países, especialmente os mais pobres, devem impor drásticas políticas de redução da taxa de natalidade, ou muito em breve, todos morreremos por falta de recursos ou porque, sendo muitos, poluiremos nossos planetas até torná-lo impossível de ser habitado.” [1]

Para não poucos católicos “venderam” a história de que somos muitos e de que a Igreja é “retrógrada” por opor-se ao controle da natalidade. Alguns, inclusive terminaram dizendo “sou católico… mas estou de acordo com o controle da natalidade”. [1]

Na encíclica Humanae Vitae, o Papa Paulo VI previu todas as graves consequências que poderiam surgir caso fosse estimulado o controle de natalidade:

“Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infidelidade conjugal e à degradação da moralidade (…) É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada. (…) Pense-se ainda seriamente na arma perigosa que se viria a pôr nas mãos de autoridades públicas, pouco preocupadas com exigências morais. [2]

“Realmente é necessário o controle de natalidade? Estamos ficando sem mantimentos? Estamos ficando sem espaço? As nações pobres são pobres porque têm muita gente? Nesse episódio do “Download” temos algumas respostas aos mitos da superpopulação. [1]

Fontes do texto:

[1] http://www.acidigital.com/vida/superpopulacao.htm
[2] http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html