Arquivo mensal: setembro 2017

Jason Evert – Uma católica pode usar biquíni?

Vídeo traduzido do original “Jason Evert – Should Christian women wear bikinis?” Disponível aqui: https://goo.gl/7Uanne

Apenas citando um estudo científico da Universidade de Princeton, que explica o comportamento do cérebro dos homens, Jason Evert responde se convém para uma moça católica o uso de biquínis. “Eu penso que quando uma moça cobre o corpo, ela está revelando mais dela pra gente, porque está nos mostrando que ela é muito mais do que um corpo.” (Jason Evert)

Para reforçar ainda mais o que é dito no vídeo:

(…) segue-se, pois, que às mulheres é lícito vestir-se e enfeitar-se com o fito de aumentar a própria beleza, desde que se evite todo escândalo e não se pretenda nenhum fim desonesto. A dificuldade a este respeito, porém, deve-se tanto ao fato de a aparência feminina provocar mais facilmente a lascívia no homem do que o contrário quanto à peculiar tendência que as mulheres têm para o uso desordenado da própria beleza e, por conseguinte, de tudo o que a possa manifestar ou acentuar. Por isto, sempre se discutiu em que circunstâncias podem as mulheres ornar-se a fim de agradar os homens. Apesar de certos rigorismos, a posição de muitos teólogos é a de que, embora possam, sim, enfeitar-se, apenas à mulher casada é lícito vestir-se de modo a seduzir ou agradar seu marido. Portanto, é contrário não só à reta razão, mas também à caridade usar qualquer tipo de vestido ou adereço que induza alguém a pecar contra a castidade. [1]

Fonte do texto

[1] https://padrepauloricardo.org/episodios/modestia-como-as-mulheres-devem-se-portar-parte-1

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Ditadura do Relativismo – Joseph Ratzinger

“Ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja, muitas vezes é classificado como fundamentalismo. Enquanto o relativismo, isto é, deixar-se levar “aqui e além por qualquer vento de doutrina”, aparece como a única atitude à altura dos tempos atuais. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades.” (Joseph Ratzinger, futuro Bento XVI)

Devemos rejeitar falsos ensinamentos sobre o casamento e os sacramentos

Vídeo traduzido do original: “Cardinal Burke: We must ‘resist’ false teaching on marriage and the sacraments” Disponível aqui: https://goo.gl/2fjd8j

Papa São João Paulo II, na encíclica Familiaris Consortio, número 84, nos ensina qual é a doutrina da Igreja sobre os recasados:

“Exorto vivamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis a ajudar os divorciados (…) a ouvir a Palavra de Deus, a frequentar o Sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé e na esperança.

A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia. Há, além disso, um outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à Eucaristia, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio.

A reconciliação pelo sacramento da penitência – que abriria o caminho ao sacramento eucarístico – pode ser concedida só àqueles que, arrependidos de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo, estão sinceramente dispostos a uma forma de vida não mais em contradição com a indissolubilidade do matrimônio. Isto tem como consequência, concretamente, que quando o homem e a mulher, por motivos sérios – quais, por exemplo, a educação dos filhos – não se podem separar, «assumem a obrigação de viver em plena continência, isto é, de abster-se dos atos próprios dos cônjuges.

Igualmente o respeito devido quer ao sacramento do matrimônio quer aos próprios cônjuges e aos seus familiares, quer ainda à comunidade dos fiéis proíbe os pastores, por qualquer motivo ou pretexto mesmo pastoral, de fazer em favor dos divorciados que contraem uma nova união, cerimônias de qualquer gênero. Estas dariam a impressão de celebração de novas núpcias sacramentais válidas, e consequentemente induziriam em erro sobre a indissolubilidade do matrimônio contraído validamente.” [1]

[1] FAMILIARIS CONSORTIO, 84: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_19811122_familiaris-consortio.html#fn84

 

Santa Teresa de Calcutá discursa contra o aborto e os contraceptivos

“Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque Jesus disse: “Qualquer um que recebe uma criança em meu nome, me recebe.” Portanto, cada aborto é uma recusa de receber Jesus. É, na verdade, uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente – assassinado pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros? (…)

(…) Por favor não matem a criança. Eu quero a criança. Por favor me deem a criança. Eu estou disposta a aceitar qualquer criança que seria abortada, e a dar aquela criança a um casal casado que amará a criança, e será amado pela criança. Eu sei que os casais têm que planejar a sua família, e para isso há planejamento familiar natural. O modo para planejar a família é planejamento familiar natural, não contracepção. Destruindo o poder de dar vida, pela contracepção, um marido ou esposa está fazendo algo a si mesmo. Isto dirige a atenção para si mesmo, e assim destrói o dom de amor nele ou nela. Amando, o marido e esposa têm que dirigir a atenção um para o outro, como acontece no planejamento familiar natural, e não para si mesmos, como acontece na contracepção.”