Arquivo mensal: janeiro 2018

Bispo Robert Barron comenta as profecias do Papa Paulo VI

Neste vídeo, traduzido do original “Bishop Barron on Contraception and Social Change” (disponível aqui: https://goo.gl/YceYDp), o Bispo Robert Barron comenta as profecias que foram feitas pelo Papa Paulo VI, em 1968, sobre as graves conseqüências dos métodos de regulação artificial da natalidade.

“Os homens retos poderão convencer-se ainda mais da fundamentação da doutrina da Igreja neste campo, se quiserem refletir nas conseqüências dos métodos da regulação artificial da natalidade. Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infïdelidade conjugal e à degradação da moralidade. Não é preciso ter muita experiência para conhecer a fraqueza humana e para compreender que os homens – os jovens especialmente, tão vulneráveis neste ponto – precisam de estímulo para serem fiéis à lei moral e não se lhes deve proporcionar qualquer meio fácil para eles eludirem a sua observância. É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada.

Pense-se ainda seriamente na arma perigosa que se viria a pôr nas mãos de autoridades públicas, pouco preocupadas com exigências morais. Quem poderia reprovar a um governo o fato de ele aplicar à solução dos problemas da coletividade aquilo que viesse a ser reconhecido como lícito aos cônjuges para a solução de um problema familiar? Quem impediria os governantes de favorecerem e até mesmo de imporem às suas populações, se o julgassem necessário, o método de contracepção que eles reputassem mais eficaz? Deste modo, os homens, querendo evitar dificuldades individuais, familiares, ou sociais, que se verificam na observância da lei divina, acabariam por deixar à mercê da intervenção das autoridades públicas o setor mais pessoal e mais reservado da intimidade conjugal. (Papa Paulo VI, Humanae Vitae. 1968)

Leia toda a encíclica Humanae Vitae, do Papa Paulo VI, aqui: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html

 

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Cardeal Arinze: Pessoas em pecado grave não podem comungar

Nesse vídeo, traduzido do original “Life Site News: Cardinal Arinze – persons blinded by evil cannot receive Communion. Disponível aqui: https://goo.gl/5Gi4EC), o Cardeal Arinze nos diz porque pessoas em estado de pecado mortal não podem se aproximar da Santa Comunhão.

“Por isso o Apóstolo já advertia à comunidade de Corinto que se examinasse antes de aproximar-se da Eucaristia, pois “quem comer o pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor” (1 Cor 11, 27). Na mesma linha, São João Crisóstomo levantava a sua voz, pedindo aos fiéis que não se abeirassem “desta Mesa sagrada com uma consciência manchada e corrompida”: “De fato, uma tal aproximação nunca poderá chamar-se comunhão, ainda que toquemos mil vezes o corpo do Senhor, mas condenação, tormento e redobrados castigos”. O Concílio de Trento corroborou este costume da Igreja, afirmando que “é preciso um exame para que ninguém, por mais contrito que ele considere, se aproxime da sagrada Eucaristia sem antes confessar sacramentalmente, caso esteja consciente de algum pecado mortal”. [1]

Para evitar esse terrível sacrilégio, faça um bom exame de consciência e, se necessário, busque o sacramento da penitência na sua paróquia. Para isso, use esse guia aqui: https://missatridentinaembrasilia.files.wordpress.com/2013/09/exame-de-conscic3aancia-rev.pdf

Fonte do texto:

[1] A Eucaristia é remédio para quem está em pecado mortal? https://padrepauloricardo.org/blog/a-eucaristia-e-remedio-para-quem-esta-em-pecado-mortal