Arquivo da categoria: Casamento

Por que não usamos contraceptivos no nosso matrimônio?

Jackie e Bobby dão suas razões para não usarem contraceptivos em seu casamento. Ao compartilhar o belo ensinamento da Igreja sobre sexo e casamento, eles explicam por que o sexo é mais do que uma simples diversão. O propósito biológico e teológico do sexo é ter filhos, e sempre que um marido e uma esposa se entregam um ao outro de forma livre, total, fiel e frutífera, eles dizem “eu aceito” exatamente como disseram no dia do casamento.

A felicidade de uma família católica numerosa

Esse vídeo, traduzido do original “Learn About Catholicism – Have a Little Faith with Zach Anner”, disponível aqui: https://goo.gl/3B4C51) apesar de não ter sido produzido por católicos – pois o conteúdo do canal não é nada católico, por sinal – apresenta uma bela entrevista com uma católica, convertida do protestantismo e que tem um belíssimo testemunho de fidelidade à Igreja. Blythe tem 31 anos, já é mãe de cinco filhos e faz homeschooling.

Ao mesmo tempo que é engraçado, o vídeo também testemunha a felicidade de uma família católica que confia em Deus e se abre totalmente a vida. Note que o entrevistado não é católico e não conhece a fé, por isso algumas perguntas são bastante simples.

Fulton Sheen – Incompatibilidades entre homem e mulher

A convivência entre homem e mulher é repleta de incompatibilidades, e é exatamente esse o assunto do vídeo de hoje. O Venerável Arcebispo Fulton Sheen se dirige aos que já são casados, mas o vídeo é útil e muito recomendado a todos aqueles que possuem vocação matrimonial.

Ele responde qual a solução para as crises que ocorrem na vida de um casal, citando exemplos de pessoas que tiveram suas vidas mudadas pelo cônjuge, como é o caso do famoso escritor inglês G.K. Chesterton, que abandonou o agnosticismo graças a influência de sua esposa Frances, e também do médico Félix Leseur, conhecido líder do movimento anticlerical e ateísta francês, que mais tarde se converteu a padre dominicano, devido ao sacrifício de sua falecida esposa Elisabeth.

Esse vídeo, produzido em 1969, é recomendado aos que passam por dificuldades no matrimônio ou que vivem um namoro/noivado e acham que nunca passarão por nenhuma crise na vida. Talvez você faça parte do grupo otimista ou do pessimista. Fulton Sheen nos apresenta o grupo seleto daqueles que querem caminhar, em meio as dificuldades, por meio da estrada que conduz a contemplação eterna do Amor perfeito, que é Deus.

Devemos rejeitar falsos ensinamentos sobre o casamento e os sacramentos

Vídeo traduzido do original: “Cardinal Burke: We must ‘resist’ false teaching on marriage and the sacraments” Disponível aqui: https://goo.gl/2fjd8j

Papa São João Paulo II, na encíclica Familiaris Consortio, número 84, nos ensina qual é a doutrina da Igreja sobre os recasados:

“Exorto vivamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis a ajudar os divorciados (…) a ouvir a Palavra de Deus, a frequentar o Sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé e na esperança.

A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia. Há, além disso, um outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à Eucaristia, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio.

A reconciliação pelo sacramento da penitência – que abriria o caminho ao sacramento eucarístico – pode ser concedida só àqueles que, arrependidos de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo, estão sinceramente dispostos a uma forma de vida não mais em contradição com a indissolubilidade do matrimônio. Isto tem como consequência, concretamente, que quando o homem e a mulher, por motivos sérios – quais, por exemplo, a educação dos filhos – não se podem separar, «assumem a obrigação de viver em plena continência, isto é, de abster-se dos atos próprios dos cônjuges.

Igualmente o respeito devido quer ao sacramento do matrimônio quer aos próprios cônjuges e aos seus familiares, quer ainda à comunidade dos fiéis proíbe os pastores, por qualquer motivo ou pretexto mesmo pastoral, de fazer em favor dos divorciados que contraem uma nova união, cerimônias de qualquer gênero. Estas dariam a impressão de celebração de novas núpcias sacramentais válidas, e consequentemente induziriam em erro sobre a indissolubilidade do matrimônio contraído validamente.” [1]

[1] FAMILIARIS CONSORTIO, 84: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_19811122_familiaris-consortio.html#fn84

 

Por que os contraceptivos são errados?

Neste vídeo traduzido do original “Why contraception is wrong?” (disponível aqui: https://goo.gl/moKvh6A) Chris Bray explica de maneira simples quais são as finalidade do sexo.

“Muitas pessoas confundem famílias numerosas com falta de responsabilidade. Engano comum. A doutrina da Igreja é clara em ensinar a “paternidade responsável”, que é a generosidade dos pais na abertura à vida, conforme as suas próprias condições. Trata-se de uma capacidade de doação e entrega a Deus. Filhos são sempre um “dom” de Deus, nunca um estorvo. Neste sentido, o Método de Ovulação Billings tem se mostrado um ótimo instrumento para o exercício da desejável “paternidade responsável”, pois além de sempre favorecer a abertura do casal à vida, permite que marido e mulher se conheçam melhor e aprendam juntos a viver a continência necessária ao matrimônio.” [1]

“A mentalidade contraceptiva, no entanto, criou um relacionamento egoísta entre o casal, imprimindo a ideia de que “criança” é algo ruim. Nascem, assim, várias desculpas para a contracepção. A maior delas seria o custo financeiro. Impressiona, todavia, que tantos casais que se recusam a ter filhos não reclamem de dispender gastos consideráveis em alimentação e tratamento veterinário a seus cães e gatos de estimação. Pesquisa recente do IBGE revela que, no Brasil, o número de animais domésticos por casal está ultrapassando o número de crianças: https://goo.gl/vgTkjB Nunca foi tão real o perigo, apontado pelo Catecismo da Igreja Católica (parágrafo 2418), de que as pessoas dirijam aos animais “o afeto devido exclusivamente às pessoas”. [1]

“Ter uma família numerosa tem o seu preço”: quem faz uma escolha pela vida, deve estar disposto a renunciar às férias em Cancún, ao seu iate ou à sua casa na praia. Além disso, educar esses pequenos — diferentemente de adestrar animais — é um trabalho custoso, que demanda dedicação integral e um desenvolvimento especial do próprio caráter. Não se pode, de fato, “pôr filhos no mundo” e negligenciar a sua formação. É preciso sair do mundo do próprio ego — dos “meus planos”, da “minha carreira”, do “meu lazer” — para entrar de cabeça nesse universo novo e exigente. No fim das contas, a raiz da esterilidade do “novo mundo” não passa de um egoísmo disfarçado sob a máscara de “prudência”. [1]

 

Fonte do texto:

[1] https://padrepauloricardo.org/blog/a-nova-velha-polemica-da-igreja-e-dos-anticoncepcionais

Se você está apaixonado, não se case!

Em sua Carta aos Efésios, São Paulo exorta os maridos a amarem as suas esposas como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. Com isso, demonstra que o amor não é um “sentimentalismo barato”, baseado no fundamento instável das emoções, mas uma determinação viril, baseada na rocha sólida da vontade. O pacto matrimonial é uma aliança de sangue, pela qual os esposos dizem um para o outro: “Eu derramo o meu sangue, mas não desisto de você”. Não sem razão o autor do Cântico dos Cânticos canta que “o amor é forte como a morte”.

De fato, o próprio Deus, no ato mais extremo de amor, morreu pelos nossos pecados. Seguindo o seu modelo, todo casal que sobe ao altar deve pensar que está subindo o Calvário, a fim de oferecer a Deus o sacrifício de si mesmo, pela salvação do outro. Para o bem da pessoa amada, na verdade, tanto o homem quanto a mulher devem fazer o que for preciso, mesmo que a isso custe fazer o que não se quer. Muitas contendas entre os casais começam justamente porque um não é capaz de “dar o braço a torcer” em favor do outro. Sacrificam-se, então, a paz e a harmonia entre os dois, para satisfazer as próprias veleidades, ao invés de se sacrificar a própria vontade em favor do outro.

Também para o casamento vale o chamado de Nosso Senhor: “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz, cada dia, e siga-me”

Referências:

https://padrepauloricardo.org/blog/seis-dicas-para-um-casamento-feliz