Arquivo da categoria: Controle de natalidade

Por que não usamos contraceptivos no nosso matrimônio?

Jackie e Bobby dão suas razões para não usarem contraceptivos em seu casamento. Ao compartilhar o belo ensinamento da Igreja sobre sexo e casamento, eles explicam por que o sexo é mais do que uma simples diversão. O propósito biológico e teológico do sexo é ter filhos, e sempre que um marido e uma esposa se entregam um ao outro de forma livre, total, fiel e frutífera, eles dizem “eu aceito” exatamente como disseram no dia do casamento.

Revolução sexual: 50 anos depois da Humanae Vitae (Trailer legendado)

Esse vídeo é um trailer de um documentário que conta o fracasso da revolução sexual, tendo como pano de fundo a encíclica Humanae Vitae, que tem sido o documento mais odiado, desprezado, rejeitado e desobedecido por católicos em todo mundo. O vídeo também fala sobre o Método Billings, que por sinal só deve ser usado em casos onde existam motivos justos para o espaçamento da gravidez, pois o mesmo pode ser usado de forma errada, como mostra o vídeo. Quem não faz uso de contraceptivos e usa o Método Billings para não ter filhos, também está cometendo pecado mortal. Billings é para espaçar quando existem motivos justos, igual explica o ponto 16 da Humanae Vitae.

Espero que esse documentário chegue ao Brasil. O site oficial do documentário é esse: https://www.sexualrevolutionmovie.com/

Peço uma Ave Maria para Thiago Cruz, que traduziu e legendou esse vídeo.

Bispo Robert Barron comenta as profecias do Papa Paulo VI

Neste vídeo, traduzido do original “Bishop Barron on Contraception and Social Change” (disponível aqui: https://goo.gl/YceYDp), o Bispo Robert Barron comenta as profecias que foram feitas pelo Papa Paulo VI, em 1968, sobre as graves conseqüências dos métodos de regulação artificial da natalidade.

“Os homens retos poderão convencer-se ainda mais da fundamentação da doutrina da Igreja neste campo, se quiserem refletir nas conseqüências dos métodos da regulação artificial da natalidade. Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infïdelidade conjugal e à degradação da moralidade. Não é preciso ter muita experiência para conhecer a fraqueza humana e para compreender que os homens – os jovens especialmente, tão vulneráveis neste ponto – precisam de estímulo para serem fiéis à lei moral e não se lhes deve proporcionar qualquer meio fácil para eles eludirem a sua observância. É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada.

Pense-se ainda seriamente na arma perigosa que se viria a pôr nas mãos de autoridades públicas, pouco preocupadas com exigências morais. Quem poderia reprovar a um governo o fato de ele aplicar à solução dos problemas da coletividade aquilo que viesse a ser reconhecido como lícito aos cônjuges para a solução de um problema familiar? Quem impediria os governantes de favorecerem e até mesmo de imporem às suas populações, se o julgassem necessário, o método de contracepção que eles reputassem mais eficaz? Deste modo, os homens, querendo evitar dificuldades individuais, familiares, ou sociais, que se verificam na observância da lei divina, acabariam por deixar à mercê da intervenção das autoridades públicas o setor mais pessoal e mais reservado da intimidade conjugal. (Papa Paulo VI, Humanae Vitae. 1968)

Leia toda a encíclica Humanae Vitae, do Papa Paulo VI, aqui: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html