Arquivo da categoria: Michael Voris

Cardeal Müller alerta: O mundo está convertendo a Igreja

“Há muitas pessoas que vivem sua fé, amam a Cristo e sua Igreja, e colocam toda sua esperança em Deus, na vida e na morte. Mas, entre eles, há muitos que se sentem abandonados e traídos por seus pastores. Ser popular perante a opinião pública é, atualmente, critério para supostamente ser um bom bispo ou padre. Estamos experimentando uma conversão ao mundo, não a Deus, contrariamente à afirmação do Apóstolo Paulo: “Por acaso eu procuro o favor dos homens, ou de Deus? Estou tentando agradar aos homens? Se ainda estivesse agradando aos homens, não deveria ser servo de Deus” (Gal 1:10).

Precisamos de padres e bispo cheios do zelo pela casa de Deus, dedicados inteiramente à salvação dos seres humanos na peregrinação de Fé para a nossa casa eterna. Não há nenhum futuro para um “Cristianismo light”. Precisamos de cristãos com espírito missionário.” [1]

[1] Entrevista completa com o Cardeal Muller http://senzapagare.blogspot.com/2018/07/cardeal-muller-alerta-para-o-perigo-que.html

[2] Recomendo a todos o vídeo do Padre Paulo Ricardo chamado “O que aconteceu com a Igreja após o Concílio Vaticano II?” Disponível aqui: https://www.youtube.com/watch?v=wQUoa0KtcSs

The vortex – O nosso referencial de masculinidade deve ser Jesus Cristo

“Cristo é modelo de homem dedicado ao trabalho (Mt 8,20); de homem forte ao resistir às tentações (Mt 4,1-11) e ao lutar até a morte por sua missão (Jo 19,28-30); de homem corajoso que enfrenta os poderosos e as ideias mentirosas que escravizam as pessoas (Mt 23,13-38) e surpreende ao amar seus inimigos (Lc 23,34); de líder com lealdade, que se doa aos seus amigos (Jo 15,15) e ama os seus até o fim (Jo 13,1); de esposo fiel e homem casto, que, unindo-se a sua esposa – a Igreja – e os dois se tornando uma só carne, é capaz de dar a vida por ela (Ef 5,25-32); de pai eterno (Is 9,5) e protetor, que vive sua paternidade espiritual com os filhos da Igreja; de mestre, que ensina com a palavra e com o exemplo (Jo 13,13-15). Ele não usa meias palavras (Mt 5,37) e tem firmeza e autoridade no que diz (Mc 1,22), mantendo sua palavra até diante da ameaça de morte (Mt 26,62-66) – ou seja, tem palavra de homem! Faz tudo isso com imensa caridade e, sendo manso e humilde de coração, se compadece das misérias do outro (Mt 12,28-30). O mais belo dos filhos dos homens (Sl 45, 3) ou, melhor ainda, o novo Adão (Rm 5,12-19) é o modelo perfeito de como ser homem. Com Ele aprenderam os grandes homens santos que já passaram por este mundo e que deixaram um legado, uma marca. Com Ele aprenderemos nós a sermos homens de verdade!” [1]

Acesse a fonte do Texto:

[1] QUAIS SÃO SEUS REFERENCIAIS DE MASCULINIDADE?http://www.homemcatolico.com.br/quais-sao-seus-referenciais-de-masculinidade/

O mito da superpopulação

“Os controlistas nos venderam o controle de população como algo necessário e urgente… Têm-nos feito acreditar que somos muitos no mundo e que os países, especialmente os mais pobres, devem impor drásticas políticas de redução da taxa de natalidade, ou muito em breve, todos morreremos por falta de recursos ou porque, sendo muitos, poluiremos nossos planetas até torná-lo impossível de ser habitado.” [1]

Para não poucos católicos “venderam” a história de que somos muitos e de que a Igreja é “retrógrada” por opor-se ao controle da natalidade. Alguns, inclusive terminaram dizendo “sou católico… mas estou de acordo com o controle da natalidade”. [1]

Na encíclica Humanae Vitae, o Papa Paulo VI previu todas as graves consequências que poderiam surgir caso fosse estimulado o controle de natalidade:

“Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infidelidade conjugal e à degradação da moralidade (…) É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada. (…) Pense-se ainda seriamente na arma perigosa que se viria a pôr nas mãos de autoridades públicas, pouco preocupadas com exigências morais. [2]

“Realmente é necessário o controle de natalidade? Estamos ficando sem mantimentos? Estamos ficando sem espaço? As nações pobres são pobres porque têm muita gente? Nesse episódio do “Download” temos algumas respostas aos mitos da superpopulação. [1]

Fontes do texto:

[1] http://www.acidigital.com/vida/superpopulacao.htm
[2] http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html

The vortex – Católicos fanáticos

“Se você obedece a quase todos os mandamentos de Deus; se converteu-se, mas não quer exagerar, não quer ser tachado de radical, se deixou os grandes pecados de lado e acredita que isso é suficiente, saiba: está vivendo uma fé medíocre. Vive ainda com uma mentalidade protestante. Tal qual aquela famosa música: “eu era um bêbado que vivia drogado, hoje estou curado, encontrei Jesus…” Eles não creem ser possível a vida de santidade.

Mas, os católicos não só creem nessa possibilidade, como têm inúmeros exemplos de santos e santas, de mártires, de homens e mulheres valorosos, que deram a vida por algo maior, por uma fé radical, em que se obedece profundamente ao primeiro mandamento: “Amarás o Senhor teu Deus, de toda a tua alma, de todo o teu coração e de todo o teu entendimento.” (Mt 22,37).” [1]

É justamente isso que Michael Voris explica nesse vídeo. Católicos fanáticos são santos, e o mundo precisa de católicos fanáticos. Mas como alcançar esse fanatismo? essa santidade? Bem, cremos que o primeiro passo seja respondendo “sim” as palavras ditas nesse episódio do “vortex” e, em seguida, assistindo e colocando em prática essas aulas do Padre Paulo Ricardo sobre as segundas moradas. Veja-as clicando AQUI: https://goo.gl/298s12

Fonte do texto:

[1] https://padrepauloricardo.org/episodios/a-segunda-decolagem

 

Todas as pessoas vão para o céu?

“Há inferno. – Uma afirmação que para ti é sem dúvida um lugar-comum. – Vou-te repetir: há inferno! Vê se me serves de eco, oportunamente, ao ouvido daquele companheiro… e daquele outro.” (São Josemaria Escrivá, Caminho – 749).

Pode parecer besteira fazer essa pergunta, mas o mundo moderno está tão relativista, que essa verdade de fé é muitas vezes esquecida. Ninguém melhor do que o Bispo Athanasius Schneider, com sua clareza habitual, para nos recordar o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, e também da sua Igreja, a respeito do inferno.

Como alguns dias atrás completou-se 100 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima, é conveniente meditarmos sobre esse real perigo, conforme diz o bispo. Abaixo segue o relato a respeito do inferno, segundo a visão dos pastorinhos de Fátima:

“Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que d’elas mesmas saiam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faulhas em grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu; que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição) se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.” [1]

O Catecismo da Igreja Católica também ensina:
§1861 O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. Acarreta a perda da caridade e a privação da graça santificante, isto é, do estado de graça. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso. No entanto, mesmo podendo julgar que um ato é em si falta grave, devemos confiar o julgamento sobre as pessoas à justiça e à misericórdia de Deus.

Fonte do texto:

[1] http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000626_message-fatima_po.html

Vídeo facebook: https://www.facebook.com/OtradutorCatolico/videos/1837853143133317/
Twitter: https://twitter.com/otradcatolico

Michael Voris explica o mistério do Tríduo Pascal

Michael Voris faz uma reflexão sobre o Tríduo Pascal, e nos ajuda a meditar o sofrimento de Cristo na cruz e a glória da Sua ressurreição.

“A palavra tríduo na prática devocional católica sugere a ideia de preparação. Às vezes nos preparamos para a festa de um santo com três dias de oração em sua honra, ou pedimos uma graça especial mediante um tríduo de preces de intercessão.

O tríduo pascal se considerava como três dias de preparação para a festa de Páscoa; compreendia a quinta-feira, a sexta-feira e o sábado da Semana Santa. Era um tríduo da paixão.

No novo calendário e nas normas litúrgicas para a Semana Santa, o enfoque é diferente. O tríduo se apresenta não como um tempo de preparação, mas sim como uma só coisa com a Páscoa. É um tríduo da paixão e ressurreição, que abrange a totalidade do mistério pascal. Assim se expressa no calendário:

Cristo redimiu ao gênero humano e deu perfeita glória a Deus principalmente através de seu mistério pascal: morrendo destruiu a morte e ressuscitando restaurou a vida. O tríduo pascal da paixão e ressurreição de Cristo é, portanto, a culminação de todo o ano litúrgico.” [1]

Fonte do texto:

[1] http://www.acidigital.com/fiestas/pascoa/triduo.htm

The Vortex: A fé como entretenimento

Danças, luzes, som alto, performances e muito sentimentalismo… Fazer uso desses “ingredientes” na hora de evangelizar, é correto? Michael Voris responde essa pergunta e ainda explica porque os protestantes e o mundo secular sempre terão vantagem no campo do entretenimento.

Ele mostra a diferença entre a verdade dos ensinamentos da Igreja Católica e o sentimentalismo protestante. O primeiro apresenta à mente a oportunidade da pessoa fazer um balanço da sua vida e ser transformado num novo homem, o segundo num sentimentalismo barato e passageiro, que no fim das contas deixa um vazio na alma.

O grande problema apresentando no vídeo é que existe dentro da Igreja uma mentalidade de imitar os protestantes na hora de evangelizar. Aderindo a esse sentimentalismo barato, os católicos abandonam a maior especialidade da fé católica: a verdade.

Ou seja, estamos fazendo muito uso da emoção e pouco uso da verdade.

Facebook: https://www.facebook.com/OtradutorCatolico/
Canal no youtube: https://www.youtube.com/channel/UCS6WGWkupFdbkeNm83ne_qg
Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=gIm5u1gXwiY&t=1s

The vortex: O problema do protestantismo pró-vida

A iliceidade (dos métodos contraceptivos) não se deve a um decreto da Igreja, mas sim à própria lei natural, que é a lei do Criador. Na verdade, existe uma lei natural anterior à lei dos homens (eclesiásticos ou civis). Observe-se o organismo humano: está sujeito a certas normas para poder viver sadiamente assim à lei da alimentação, e da alimentação bem ponderada (não é lícito comer qualquer coisa atraente);… à lei da respiração (não é possível respirar gás carbônico sem incorrer em graves conseqüências);… à lei do repouso (não há como trabalhar sem descansar adequadamente);… e também às leis da genitalidade: o aparelho genital humano é unitivo (promove a união do marido e da mulher) e é fecundo em certos dias do mês; a natureza torna a mulher fecunda. Em conseqüência, os anticoncepcionais ferem a natureza – o que contraria à lei do Criador. Eis por que a Igreja, fiel ao Senhor Deus, rejeita os anticoncepcionais; estes descaracterizam a sexualidade, proporcionando o gozo de um prazer com detrimento do funcionamento normal da natureza. [1]

Esta doutrina, muitas vezes exposta pelo Magistério, está fundada sobre a conexão inseparável que Deus quis e que o homem não pode alterar por sua iniciativa, entre os dois significados do ato conjugal: o significado unitivo e o significado procriador.
Na verdade, pela sua estrutura íntima, o ato conjugal, ao mesmo tempo que une profundamente os esposos, torna-os aptos para a geração de novas vidas, segundo leis inscritas no próprio ser do homem e da mulher. Salvaguardando estes dois aspectos essenciais, unitivo e procriador, o ato conjugal conserva integralmente o sentido de amor mútuo e verdadeiro e a sua ordenação para a altíssima vocação do homem para a paternidade. Nós pensamos que os homens do nosso tempo estão particularmente em condições de apreender o caráter profundamente razoável e humano deste princípio fundamental [2]

A Igreja recomenda aos casais usarem, quando necessário, o método de controle da natalidade natural, desenvolvido pelo casal Billings. Saiba mais clicando aqui:

Referências:

[1] http://cleofas.com.br/o-nao-aos-anticoncepcionais-admite-excecao-eb/

[2] CARTA ENCÍCLICA HUMANAE VITAE: SOBRE A REGULAÇÃO DA NATALIDADE: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html

A verdadeira história sobre a inquisição

Tenho certeza absoluta que você nunca estudou a inquisição. Na verdade, a maioria das pessoas nunca a estudaram. Apesar disso, todos abordam o assunto como se fossem especialistas e tivessem dedicado uma vida inteira de estudos. Pra piorar a situação, a pequena parte daqueles que “estudaram” tiveram como guia alguns professores de cursinho e ensino médio que, motivados por um ódio imenso à Igreja Católica, espalham mentiras e boatos, usando como base livros de autores protestantes ou marxistas, como os fornecidos pelo MEC, por exemplo.

Neste episódio do Catholic Investigative Agency, Michael Voris explica o que realmente aconteceu e ainda mostra de onde surgiu esse mito de que a Igreja Católica mandava pra fogueira todos aqueles que não aceitassem a conversão. O vídeo é uma boa introdução, principalmente para aqueles que ainda não tem condições de fazer o curso do Padre Paulo Ricardo sobre o tema (https://padrepauloricardo.org/cursos/inquisicao) ou de comprar os livros que estamos indicando logo abaixo:

Indicação de bibliografia básica sobre a inquisição:

AQUINO, Felipe. Para entender a Inquisição. Lorena: Cléofas, 2009. 304p.

BERNARD, Pe José: “A Inquisição, História de uma Instituição Controvertida”. Vozes em Defesa da Fé – Caderno 33

Bernard,Joseph. Inquisição – História, Mito e Verdade. Loyola

GONZAGA, João Bernardino Garcia. A Inquisição em seu mundo. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1993. 247p.

MOCZAR, Diane. Sete mentiras sobre a Igreja Católica. Castela Editorial, 2012. 215p.

NUMBERS, Ronald L.: “Galileu na Prisão e Outros Mitos sobre a Ciência e Religião”. Editora Gradiva. 2012;

RODRIGUES, Rafael. Os instrumentos de tortura atribuídos a inquisição. Disponível em: http://apologistascatolicos.com/index.php/idade-media/inquisicao/864-os-instrumentos-de-tortura-atribuidos-a-inquisicao. Desde: 19/03/2016

WOODS, Thomas e, Jr. Como a igreja catolica construiu a civilizaçao ocidental. Editora quadrante. 224p. 2011.

LIVROS EM LÍNGUA ESTRANGEIRA:

BARBER, Malcolm. The Cathars: Dualist Heretics in Languedoc in the High Middle Ages. New York: Routledge, 2000. 304p.

BORROMEO, Agostino (a cura di). L’Inquisizione. Atti del Simposio Internazionale. Città del Vaticano: Biblioteca Apostolica Vaticana, 2003. 786p.

DUMONT, Jean. L’Eglise au risque de l’histoire. Criterion, 1981. 413p.

HOMZA, Lu Ann. The Spanish Inquisition: An Anthology of Sources. Hackett Publishing Co, 2006. 320p

JAVIERRE, José María. Isabel, la Católica, el enigma de una reina. Ediciones Sígueme, 2010. 861p.

KAMEN, Henry. The Spanish Inquisition: A Historical Revision. 4. ed. Yale University Press, 2014. 512p.

PETERS, Edward. Heresy and Authority in Medieval Europe. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1980. 312p.

PETERS, Edward. Inquisition. University of California Press, 1989. 368p.

SHANNON, Albert C.. The Medieval Inquisition. Michael Glazier/Liturgical Press, 1991. p. 71.

• Entendendo a Inquisição e as Inquisições:
http://www.ofielcatolico.com.br/2001/03/entendendo-inquisicao-e-as-inquisicoes.html

• Porque a Inquisição não é impedimento nem constrangimento para se aderir à fé católica:
http://www.ofielcatolico.com.br/search?q=Inquisi%C3%A7%C3%A3o&btnG=Pesquisar+neste+Site
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VIDEOS

Youtube: O mito da inquisição espanhola”, Documentário da BBC, Nov. 1994; https://www.youtube.com/watch?v=1v_KlCNpzYA

O que foi a Inquisição: Contexto Histórico | Entendendo a Inquisição – Parte 1: https://youtu.be/ilH7Mt7BmgE

Os Mitos da Inquisição | Entendendo a Inquisição – Parte 2 https://youtu.be/6yNiLOXszcA

The vortex: Falso ecumenismo

Michael Voris faz um alerta sobre esse perigo existente dentro da Igreja hoje em dia e, através de uma experiência que teve com um luterano, nos ensina o que é um verdadeiro ecumenismo.

O Papa Pio XI também explica:

“Não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela”. [1]

Referências

[1] Papa Pio XI, Carta encíclica Mortalium Animos, 6 de janeiro de 1928, n. 16)