Arquivo da categoria: Música

Igrejas feias fazem mal pra alma

Tradução do original: Brian Holdsworth – Make Church Architecture Great Again https://www.youtube.com/watch?v=FkCe-ndPRR8

Assim como acontece com a Verdade, a Beleza também não é relativa ao indivíduo. Existem coisas que são bonitas e coisas que são feias. Além disso, existem estudos e testemunhos de conversões que compravam a eficácia da arte sacra na evangelização. Isso pode ser comprovado aqui https://goo.gl/e9NQ77 e aqui https://goo.gl/mm64CU

“Em qualquer época entre 1750 e 1930, se você pedisse às pessoas cultas para descrever o objetivo da poesia, da arte ou da música, elas teriam respondido: a Beleza. E se você perguntasse pela razão disso, você aprenderia que a Beleza é um valor, tão importante quanto a Verdade e o Bem. Depois, no século XX, a beleza deixou de ser importante. A arte, cada vez mais, concentrou-se em perturbar e em quebrar tabus morais. Não era a beleza, mas a originalidade, conseguida por qualquer meio e a qualquer custo moral, que ganhava os prêmios. Não apenas a arte fez um culto à feiura; a arquitetura também se tornou desalmada e estéril. E não foi somente o nosso ambiente físico que se tornou feio. Nossa linguagem, nossa música e nossas maneiras estão cada vez mais rudes, egoístas e ofensivas; como se a beleza e o bom gosto não tivessem nenhum lugar real em nossas vidas.” [1]

Uma das maiores vítimas desse pensamento relativista foram as construções de igrejas. Nesse vídeo, Brian Holdsworth explica porque nós devemos voltar às nossas tradições católicas e abandonar o modernismo na arquitetura.

Fonte do texto:

[1] Por que a beleza importa? https://ipco.org.br/ipco/53582-2/#.WWVEtBXyuig

 

Gregorio Allegri – Miserere mei, Deus (legendado em português)

Gregorio Allegri foi um sacerdote católico, cantor e compositor italiano da Escola romana. Em Roma viveu a maior parte da vida e lá também morreu. Embora tenha composto e publicado uma profusão de obras sacras, Allegri é lembrado sobretudo por seu Miserere, um elaborado moteto sacro cantado até 1870 pelo coro papal durante a Semana Santa.

O Papa São João Paulo II, no dia 30 de Julho de 2003, refletiu o “Miserere”, que é na verdade o salmo 50:

[…] Com efeito, como confessa o Salmista noutra súplica, “nenhum vivente é justo na Vossa presença”, ó Senhor (Sl 142, 2). No Livro de Job lê-se: “Como, pois, pode justificar-se o homem diante de Deus? Como será puro o homem nascido da mulher? Até a própria luz não brilha e as estrelas não são puras aos Seus olhos! Quanto menos o homem, simples verme, e o filho do homem, mero vermezinho!” (25, 4-6). Estas são frases fortes e dramáticas, que querem mostrar em toda a seriedade e gravidade o limite e a fragilidade da criatura humana, a sua capacidade perversa de semear o mal e a violência, a impureza e a mentira. Contudo, a mensagem de esperança do Miserere, que o Saltério coloca nos lábios de David, pecador convertido, é esta: Deus pode “apagar, lavar, purificar” a culpa confessada com o coração contrito (cf. Sl 50, 2-3). Diz o Senhor através da voz de Isaías: “Mesmo que os vossos pecados fossem como escarlate, tornar-se-iam brancos como a neve” (1, 18). [1]

Que a música sirva de incentivo para você procurar o quanto antes o sacramento da confissão e fazer as pazes com Deus, podendo assim receber, em estado de graça (única maneira possível), o sacramento da Eucaristia.

Referências:

[1] https://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/audiences/2003/documents/hf_jp-ii_aud_20030730.html

[2] Miserere Allegri, Coral Ars Nova Copenhagen. Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=O91aabHmKRY

Kalenda de Natal

Em latim:

Octavo Kalendas Ianuarii. Undevicesima Octava.

Innumeris transactis saeculis a creatione mundi,

Quando in principio Deus creavit caelum et terram et hominem formavit ad imaginem suam;

Per multis etiam saeculis, ex quo post diluvium Altissimus in nubibus arcum posuerat, signum foederis et pacis;

A migratione Abrahae, patris nostri in fide, de Ur Chaldaeorum saeculo vigesimo primo;

Ab egressu populi Israel de Ægypto, Moyse duce, saeculo decimo tertio;

Ab unctione David in regem, anno circiter milesimo;

Hebdomada sexagesima quinta, juxta Danielis prophetiam;

Olympiade centesima nonagesima quarta;

Ab Urbe condita anno septingentesimo quinquagesimo secundo;

Anno imperii Caesaris Octaviani Augusti quadragesimo secundo;

Toto Orbe in pace composito, Iesus Christus, aeternus Deus aeternique Patris Filius, mundum volens adventu suo piissimo consecrare, de Spiritu Sancto conceptus, novemque post conceptionem decursis mensibus (hic vox elevatur, et omnes genua flectunt), in Bethlehem Iudae nascitur ex Maria Virgine factus homo:

Nativitas Domini Nostri Iesu Christi secundum carnem.

Referências:

http://www.salvemaliturgia.com/2010/12/sugestao-para-missa-da-noite-de-natal.html