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The vortex: O problema do protestantismo pró-vida

A iliceidade (dos métodos contraceptivos) não se deve a um decreto da Igreja, mas sim à própria lei natural, que é a lei do Criador. Na verdade, existe uma lei natural anterior à lei dos homens (eclesiásticos ou civis). Observe-se o organismo humano: está sujeito a certas normas para poder viver sadiamente assim à lei da alimentação, e da alimentação bem ponderada (não é lícito comer qualquer coisa atraente);… à lei da respiração (não é possível respirar gás carbônico sem incorrer em graves conseqüências);… à lei do repouso (não há como trabalhar sem descansar adequadamente);… e também às leis da genitalidade: o aparelho genital humano é unitivo (promove a união do marido e da mulher) e é fecundo em certos dias do mês; a natureza torna a mulher fecunda. Em conseqüência, os anticoncepcionais ferem a natureza – o que contraria à lei do Criador. Eis por que a Igreja, fiel ao Senhor Deus, rejeita os anticoncepcionais; estes descaracterizam a sexualidade, proporcionando o gozo de um prazer com detrimento do funcionamento normal da natureza. [1]

Esta doutrina, muitas vezes exposta pelo Magistério, está fundada sobre a conexão inseparável que Deus quis e que o homem não pode alterar por sua iniciativa, entre os dois significados do ato conjugal: o significado unitivo e o significado procriador.
Na verdade, pela sua estrutura íntima, o ato conjugal, ao mesmo tempo que une profundamente os esposos, torna-os aptos para a geração de novas vidas, segundo leis inscritas no próprio ser do homem e da mulher. Salvaguardando estes dois aspectos essenciais, unitivo e procriador, o ato conjugal conserva integralmente o sentido de amor mútuo e verdadeiro e a sua ordenação para a altíssima vocação do homem para a paternidade. Nós pensamos que os homens do nosso tempo estão particularmente em condições de apreender o caráter profundamente razoável e humano deste princípio fundamental [2]

A Igreja recomenda aos casais usarem, quando necessário, o método de controle da natalidade natural, desenvolvido pelo casal Billings. Saiba mais clicando aqui:

Referências:

[1] http://cleofas.com.br/o-nao-aos-anticoncepcionais-admite-excecao-eb/

[2] CARTA ENCÍCLICA HUMANAE VITAE: SOBRE A REGULAÇÃO DA NATALIDADE: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html

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