Fulton Sheen – Incompatibilidades entre homem e mulher

A convivência entre homem e mulher é repleta de incompatibilidades, e é exatamente esse o assunto do vídeo de hoje. O Venerável Arcebispo Fulton Sheen se dirige aos que já são casados, mas o vídeo é útil e muito recomendado a todos aqueles que possuem vocação matrimonial.

Ele responde qual a solução para as crises que ocorrem na vida de um casal, citando exemplos de pessoas que tiveram suas vidas mudadas pelo cônjuge, como é o caso do famoso escritor inglês G.K. Chesterton, que abandonou o agnosticismo graças a influência de sua esposa Frances, e também do médico Félix Leseur, conhecido líder do movimento anticlerical e ateísta francês, que mais tarde se converteu a padre dominicano, devido ao sacrifício de sua falecida esposa Elisabeth.

Esse vídeo, produzido em 1969, é recomendado aos que passam por dificuldades no matrimônio ou que vivem um namoro/noivado e acham que nunca passarão por nenhuma crise na vida. Talvez você faça parte do grupo otimista ou do pessimista. Fulton Sheen nos apresenta o grupo seleto daqueles que querem caminhar, em meio as dificuldades, por meio da estrada que conduz a contemplação eterna do Amor perfeito, que é Deus.

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Jesus e as raízes judaicas da eucaristia

Vídeo traduzido do original “Dr. Brant Pitre, Jesus & the Jewish Roots of the Eucharist” Disponível aqui: https://goo.gl/pcWq8b

Conforme vemos em Levítico 17, 14, os judeus no Antigo Testamento eram absolutamente proibidos de beber sangue. Tendo em vista isso, como a primeira geração de cristãos, que eram todos cristãos judeus, passaram a crer tão rapidamente na presença real de Cristo na eucaristia? Como, por exemplo, São Paulo, São Pedro, São Tiago, São João e a Bem-Aventurada Virgem Maria começaram a comer e beber o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Cristo? O próprio São Paulo escreve: “Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura a comunhão do corpo de Cristo? (1 Coríntios 10, 16).

Sangue era considerado uma abominação, um tabu entre os judeus, daí vemos São Paulo, um mestre da lei dizendo isso como se fosse um hábito comum? O que aconteceu com esses judeus?

Nesse vídeo chamado “Jesus e as raízes judaicas da eucaristia”, O Dr. Brant Pitre nos ensina detalhadamente como isso aconteceu, explicando a relação da Eucaristia com:

1) A Páscoa Judaica;
2) As crenças judaicas sobre o Maná dos céus;
3) O misterioso Pão da presença judaico, que os judeus mantinham no Tabernáculo de Moisés e depois no Templo de Salomão;

Se você tem o interesse de aumentar sua fé na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na eucaristia, esse vídeo é pra você!

 

Jason Evert – Uma católica pode usar biquíni?

Vídeo traduzido do original “Jason Evert – Should Christian women wear bikinis?” Disponível aqui: https://goo.gl/7Uanne

Apenas citando um estudo científico da Universidade de Princeton, que explica o comportamento do cérebro dos homens, Jason Evert responde se convém para uma moça católica o uso de biquínis. “Eu penso que quando uma moça cobre o corpo, ela está revelando mais dela pra gente, porque está nos mostrando que ela é muito mais do que um corpo.” (Jason Evert)

Para reforçar ainda mais o que é dito no vídeo:

(…) segue-se, pois, que às mulheres é lícito vestir-se e enfeitar-se com o fito de aumentar a própria beleza, desde que se evite todo escândalo e não se pretenda nenhum fim desonesto. A dificuldade a este respeito, porém, deve-se tanto ao fato de a aparência feminina provocar mais facilmente a lascívia no homem do que o contrário quanto à peculiar tendência que as mulheres têm para o uso desordenado da própria beleza e, por conseguinte, de tudo o que a possa manifestar ou acentuar. Por isto, sempre se discutiu em que circunstâncias podem as mulheres ornar-se a fim de agradar os homens. Apesar de certos rigorismos, a posição de muitos teólogos é a de que, embora possam, sim, enfeitar-se, apenas à mulher casada é lícito vestir-se de modo a seduzir ou agradar seu marido. Portanto, é contrário não só à reta razão, mas também à caridade usar qualquer tipo de vestido ou adereço que induza alguém a pecar contra a castidade. [1]

Fonte do texto

[1] https://padrepauloricardo.org/episodios/modestia-como-as-mulheres-devem-se-portar-parte-1

Ditadura do Relativismo – Joseph Ratzinger

“Ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja, muitas vezes é classificado como fundamentalismo. Enquanto o relativismo, isto é, deixar-se levar “aqui e além por qualquer vento de doutrina”, aparece como a única atitude à altura dos tempos atuais. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades.” (Joseph Ratzinger, futuro Bento XVI)

Devemos rejeitar falsos ensinamentos sobre o casamento e os sacramentos

Vídeo traduzido do original: “Cardinal Burke: We must ‘resist’ false teaching on marriage and the sacraments” Disponível aqui: https://goo.gl/2fjd8j

Papa São João Paulo II, na encíclica Familiaris Consortio, número 84, nos ensina qual é a doutrina da Igreja sobre os recasados:

“Exorto vivamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis a ajudar os divorciados (…) a ouvir a Palavra de Deus, a frequentar o Sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé e na esperança.

A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia. Há, além disso, um outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à Eucaristia, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio.

A reconciliação pelo sacramento da penitência – que abriria o caminho ao sacramento eucarístico – pode ser concedida só àqueles que, arrependidos de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo, estão sinceramente dispostos a uma forma de vida não mais em contradição com a indissolubilidade do matrimônio. Isto tem como consequência, concretamente, que quando o homem e a mulher, por motivos sérios – quais, por exemplo, a educação dos filhos – não se podem separar, «assumem a obrigação de viver em plena continência, isto é, de abster-se dos atos próprios dos cônjuges.

Igualmente o respeito devido quer ao sacramento do matrimônio quer aos próprios cônjuges e aos seus familiares, quer ainda à comunidade dos fiéis proíbe os pastores, por qualquer motivo ou pretexto mesmo pastoral, de fazer em favor dos divorciados que contraem uma nova união, cerimônias de qualquer gênero. Estas dariam a impressão de celebração de novas núpcias sacramentais válidas, e consequentemente induziriam em erro sobre a indissolubilidade do matrimônio contraído validamente.” [1]

[1] FAMILIARIS CONSORTIO, 84: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_19811122_familiaris-consortio.html#fn84

 

Santa Teresa de Calcutá discursa contra o aborto e os contraceptivos

“Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque Jesus disse: “Qualquer um que recebe uma criança em meu nome, me recebe.” Portanto, cada aborto é uma recusa de receber Jesus. É, na verdade, uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente – assassinado pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros? (…)

(…) Por favor não matem a criança. Eu quero a criança. Por favor me deem a criança. Eu estou disposta a aceitar qualquer criança que seria abortada, e a dar aquela criança a um casal casado que amará a criança, e será amado pela criança. Eu sei que os casais têm que planejar a sua família, e para isso há planejamento familiar natural. O modo para planejar a família é planejamento familiar natural, não contracepção. Destruindo o poder de dar vida, pela contracepção, um marido ou esposa está fazendo algo a si mesmo. Isto dirige a atenção para si mesmo, e assim destrói o dom de amor nele ou nela. Amando, o marido e esposa têm que dirigir a atenção um para o outro, como acontece no planejamento familiar natural, e não para si mesmos, como acontece na contracepção.”

10 motivos para combater o socialismo

Além de 10 motivos no vídeo, a fim de não deixar qualquer dúvida, tem-se abaixo uma lista com 13 partidos socialistas que um católico NÃO pode votar ou apoiar, e 10 frases de papas condenando o marxismo:

Partido dos Trabalhadores (PT)
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
Partido Popular Socialista (PPS), sucessor do PCB
Partido Comunista do Brasil (PCdoB)
Partido da Causa Operária (PCO)
Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Partido da Mobilização Nacional (PMN)
Partido Pátria Livre (PPL)
Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Partido Verde (PV)

Papas condenando o socialismo:

“Assim, substituindo a providência paterna pela providência do Estado, os socialistas vão contra a justiça natural e quebram os laços da família.” (Papa Leão XIII, Rerum Novarum)

“”Se [Cristo] chamou junto de si, para os consolar, os aflitos e os sofredores, não foi para lhes pregar o anseio de uma igualdade quimérica”.(Pio X, Notre Charge Apostolique n. 38).

“Como esta doutrina rejeita e repudia todo o caráter sagrado da vida humana, segue-se por natural conseqüência que para ela o matrimônio e a família é apenas uma instituição civil e artificial, fruto de um determinado sistema econômico” (Papa Pio XI, Divini Redemptoris)

“Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista.” (Papa Pio XI, Quadragesimo Anno)

“Pois bem, os irmãos não nascem nem permanecem todos iguais: uns são fortes, outros débeis; uns inteligentes, outros incapazes; talvez algum seja anormal, e também pode acontecer que se torne indigno. É pois inevitável uma certa desigualdade material, intelectual, moral, numa mesma família (…) Pretender a igualdade absoluta de todos seria o mesmo que pretender idênticas funções a membros diversos do mesmo organismo” (Papa Pio XII, Discurso de 4/4/1953 a católicos de paróquias de S. Marciano)

“Deus não faz distinção de pessoas, pois todos os homens têm a mesma dignidade de criaturas à Sua imagem e semelhança. A Encarnação do Filho de Deus manifesta a igualdade de todas as pessoas QUANTO À DIGNIDADE: «Já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em Cristo Jesus» (Compendio da doutrina social da Igreja, 144).

“Entre comunismo e cristianismo, o pontífice [Papa Pio XI] declara novamente que a oposição é radical, e acrescenta não se poder admitir de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado: quer porque ele foi construído sobre uma concepção da vida fechada no temporal, com o bem-estar como objetivo supremo da sociedade; quer porque fomenta uma organização social da vida comum tendo a produção como fim único, não sem grave prejuízo da liberdade humana; quer ainda porque lhe falta todo o princípio de verdadeira autoridade social.”
(Papa João XII, Encíclica Mater et Magistra, 15 de Maio de 1961, 34)

“Muito freqüentemente, os cristãos atraídos pelo socialismo têm tendência para o idealizar, em termos muito genéricos, aliás: desejo de justiça, de solidariedade e de igualdade. Eles recusam-se a reconhecer as pressões dos movimentos históricos socialistas, que permanecem condicionados pelas suas ideologias de origem.” (Papa Paulo VI, Carta Apostólica Octogesima Adveniens)

“O erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social. […] O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral”” (Papa João Paulo II, Centesimus Annus)

“Lembremos que o ateísmo é a negação da pessoa humana, de sua liberdade e de seus direitos encontram-se no centro da concepção marxista. Esta contém de fato erros que ameaçam diretamente as verdades de fé sobre o destino eterno das pessoas.” (Bento XVI, Libertatis Nuntius)

“Nunca compartilhei a ideologia marxista, porque ela é falsa.” (Papa Francisco, entrevista publicada pelos jornais La Nación e Corrriere della Sera)

Padre revela a verdade sobre a Igreja Católica e o papa

Vídeo bastante antigo do falecido Padre espanhol Jorge Loring, que aborda a verdade da fé católica diante das seitas protestantes, sem nenhum medo da patrulha do politicamente correto. Apesar do papa da época ser São João Paulo II, é evidente que todo o conteúdo se aplica ao nosso papa atual, o Papa Francisco.

É fácil perceber que o conteúdo desse vídeo soa intolerante aos ouvidos do homem moderno, porém é triste ver que muitos católicos se escandalizam quando são expostos a essas verdades simples e muito óbvias da nossa fé católica. Provavelmente isso ocorre porque são poucos os padres que possuem a mesma coragem do padre Jorge Loring, enquanto a maior parte dos inimigos da Igreja Católica dizem o oposto por ai sem receio algum.

O padre Jorge Loring inicia o vídeo citando uma descoberta arqueológica de algumas décadas atrás, que encontrou os ossos de São Pedro, no vaticano. As relíquias de São Pedro são um dos maiores tesouros da nossa fé. Conheça essa história incrível através desse pequeno vídeo: https://goo.gl/AErD4S

Caso queira aprofundar um pouco mais, veja também o estudo feito pelo blog “O fiel católico”: https://goo.gl/SKg8BP e https://goo.gl/5JiQmM.

O padre Jorge Loring diz em determinado momento que são mais de “400 seitas protestantes”. Não sei se ele disse isso ao pé da letra ou se referia apenas as seitas propriamente ditas, porém é evidente (basta olhar ao nosso redor) que a divisão no protestantismo é IMENSAMENTE maior do que isso.

Outro ponto importante é abordado no final do vídeo, quando o padre deixa claro que a verdadeira Igreja Católica é conhecida através do testemunho de vida dado pelos santos, e não pelo mal exemplo dos católicos que vivem de maneira errada a fé. Jorge Loring também diz que, apesar do protestantismo ser falso, não é errado admitir que existem pessoas honestas e muito boas dentro dele.

Por que a bíblia protestante é menor?

Tradução do original: “Ready Reasons – Why Are Protestant Bibles Smaller?” Autor: Trent Horn, do Catholic Answers. Disponível aqui: https://goo.gl/P5rnH4

“No século XVI, os protestantes afastaram-se do Magistério, renegando-o. Sob a alegação de que a Igreja Católica havia se corrompido, empreenderam um grande esforço arqueológico para recuperar a chamada Igreja “primitiva”. Nesse movimento, descobriram que o povo judeu possuía uma lista diferente de livros sagrados, com 39 livros – ou seja, 7 livros a menos que o cânon católico. Daí para concluírem que a Igreja Católica acrescentou os outros livros foi questão de tempo.

Jesus deu uma ordem aos Apóstolos: “ide pelo mundo e evangelizai”. Ora, o mundo daquela época falava o grego, que era o equivalente ao inglês de hoje. Assim, os Apóstolos começaram a pregar o Evangelho em grego. Mas como se dava isto, se a Bíblia estava em hebraico? Os Apóstolos passaram a utilizar uma tradução da Bíblia do hebraico para o grego denominada Septuaginta, que havia sido elaborada em Alexandria antes de Cristo.

Ocorre que na Tradução dos Setenta, como também é conhecida, estão contidos aqueles sete livros. Ora, qualquer biblista sério é capaz de perceber que em diversas citações do Antigo Testamento encontradas no Novo, a tradução utilizada é a da Septuaginta. Este era o livro utilizado pelos Apóstolos e foi este, portanto, que a Igreja Católica adotou.

É verdade que houve um conflito entre os cristãos e os judeus, pois estes perceberam que os Apóstolos estavam pregando o Evangelho de forma diferente e, por isso, expulsaram-nos das sinagogas. Esse fato também motivou os judeus a fecharem o cânon dos livros sagrados: eles decidiram pela exclusão definitiva daqueles sete livros que constavam na Septuaginta.

Isto, porém, só aconteceu no final do século I, ou seja, um século após a vinda de Jesus. Desta forma, os protestantes, ao aceitarem o cânon da bíblia judaica, estão desprezando a autoridade dada pelo próprio Jesus aos apóstolos e aceitando a definição dos rabinos judeus mesmo depois de Cristo.

Muito se poderia argumentar ainda nesse sentido, contudo, para os católicos basta saber que quem define o cânon das Escrituras é a Igreja. É importante lembrar também que foi esta mesma Igreja quem definiu os outros 27 livros do Novo Testamento, sobre os quais não há discussão. Portanto, uma pergunta que não pode deixar de ser feita é: por que os protestantes aceitam a autoridade da Igreja Católica que definiu os 27 livros do Novo Testamento e não aceitam a autoridade dessa mesma Igreja quanto aos 46 livros do Antigo Testamento?” [1]

QUER SABER MAIS? ACESSE A FONTE DO TEXTO:

[1] Qual é a diferença entre as bíblias católica e protestante?
https://padrepauloricardo.org/episodios/qual-e-a-diferenca-entre-a-biblia-catolica-e-a-biblia-protestante

 

Apostolado Courage: Homossexualidade e fé católica

O Courage é um apostolado internacional da Igreja Católica, recomendado pelo Pontifício Conselho para a Família, constituído por sacerdotes e leigos e que atua nos EUA, no Brasil e em outros diversos países ao redor do mundo ajudando e servindo às pessoas que têm atração pelo mesmo sexo a viverem casta e dignamente sua condição de filhos e filhas de Deus. O Apostolado nasceu da preocupação de Monsenhor Terence Cooke com aquelas pessoas que sofrem sozinhas com suas atrações pelo mesmo sexo. Como cardeal de Nova Iorque, ele estava ciente do sofrimento daquelas pessoas e temia que, sem o amparo formal da Santa Igreja, elas seguissem o estilo de vida gay propagado pela mídia e pelo ativismo político e, assim, que acabassem abandonando a fé. É preciso frisar que o Apostolado Coragem não é um programa de reorientação sexual. [1]
 
O Courage fornece atendimento presencial e virtual, sem contar que preserva o anonimato daqueles que pedem ajuda.
 
Podemos ver nesse outro vídeo produzido pelo próprio Courage (Assista aqui, ativando as legendas em português, no canto inferior direito, clicando em “cc”: https://goo.gl/9kosJk), o testemunho de três homossexuais que abandonaram a vida sugerida pelo movimento gay e pela mídia, e começaram a viver de maneira digna e casta, mostrando que a castidade é algo extremamente belo, que ajuda na busca pela santidade, busca essa que todos os cristãos devem fazer.
 
Esse vídeo surge justamente para demonstrar qual é a verdadeira posição da Igreja a respeito desse assunto. Recentemente, um bispo gerou escândalo ao declarar que o “homossexualismo é dom dado por Deus” (https://goo.gl/T37Hcg), sem contar que vemos proliferar as chamadas “pastorais da diversidade sexual” (https://goo.gl/AYU7Ps) que estão aderindo a doutrinas marxistas, que se opõe ao ensinamento do Magistério da Igreja.
 
SUPLICAMOS que você COMPARTILHE E DIVULGUE O VÍDEO, pois os inimigos da Igreja dilvulgam ensinamentos opostos o tempo todo, inclusive dentro da Igreja. Também pedimos que envie ou marque nos comentários seu bispo ou pároco, sugerindo que ele entre em contato com o http://www.couragebrasil.com/, por meio do email contato@couragebrasil.com ou da própria página no facebook https://www.facebook.com/brasil.courage/. Talvez eles possam querer levar o Courage pra sua diocese ou paróquia. Muitos membros do clero, infelizmente, DESCONHECEM A EXISTÊNCIA DO COURAGE.
 
ACESSE A FONTE DO TEXTO: