Por que a bíblia protestante é menor?

Tradução do original: “Ready Reasons – Why Are Protestant Bibles Smaller?” Autor: Trent Horn, do Catholic Answers. Disponível aqui: https://goo.gl/P5rnH4

“No século XVI, os protestantes afastaram-se do Magistério, renegando-o. Sob a alegação de que a Igreja Católica havia se corrompido, empreenderam um grande esforço arqueológico para recuperar a chamada Igreja “primitiva”. Nesse movimento, descobriram que o povo judeu possuía uma lista diferente de livros sagrados, com 39 livros – ou seja, 7 livros a menos que o cânon católico. Daí para concluírem que a Igreja Católica acrescentou os outros livros foi questão de tempo.

Jesus deu uma ordem aos Apóstolos: “ide pelo mundo e evangelizai”. Ora, o mundo daquela época falava o grego, que era o equivalente ao inglês de hoje. Assim, os Apóstolos começaram a pregar o Evangelho em grego. Mas como se dava isto, se a Bíblia estava em hebraico? Os Apóstolos passaram a utilizar uma tradução da Bíblia do hebraico para o grego denominada Septuaginta, que havia sido elaborada em Alexandria antes de Cristo.

Ocorre que na Tradução dos Setenta, como também é conhecida, estão contidos aqueles sete livros. Ora, qualquer biblista sério é capaz de perceber que em diversas citações do Antigo Testamento encontradas no Novo, a tradução utilizada é a da Septuaginta. Este era o livro utilizado pelos Apóstolos e foi este, portanto, que a Igreja Católica adotou.

É verdade que houve um conflito entre os cristãos e os judeus, pois estes perceberam que os Apóstolos estavam pregando o Evangelho de forma diferente e, por isso, expulsaram-nos das sinagogas. Esse fato também motivou os judeus a fecharem o cânon dos livros sagrados: eles decidiram pela exclusão definitiva daqueles sete livros que constavam na Septuaginta.

Isto, porém, só aconteceu no final do século I, ou seja, um século após a vinda de Jesus. Desta forma, os protestantes, ao aceitarem o cânon da bíblia judaica, estão desprezando a autoridade dada pelo próprio Jesus aos apóstolos e aceitando a definição dos rabinos judeus mesmo depois de Cristo.

Muito se poderia argumentar ainda nesse sentido, contudo, para os católicos basta saber que quem define o cânon das Escrituras é a Igreja. É importante lembrar também que foi esta mesma Igreja quem definiu os outros 27 livros do Novo Testamento, sobre os quais não há discussão. Portanto, uma pergunta que não pode deixar de ser feita é: por que os protestantes aceitam a autoridade da Igreja Católica que definiu os 27 livros do Novo Testamento e não aceitam a autoridade dessa mesma Igreja quanto aos 46 livros do Antigo Testamento?” [1]

QUER SABER MAIS? ACESSE A FONTE DO TEXTO:

[1] Qual é a diferença entre as bíblias católica e protestante?
https://padrepauloricardo.org/episodios/qual-e-a-diferenca-entre-a-biblia-catolica-e-a-biblia-protestante

 

Apostolado Courage: Homossexualidade e fé católica

O Courage é um apostolado internacional da Igreja Católica, recomendado pelo Pontifício Conselho para a Família, constituído por sacerdotes e leigos e que atua nos EUA, no Brasil e em outros diversos países ao redor do mundo ajudando e servindo às pessoas que têm atração pelo mesmo sexo a viverem casta e dignamente sua condição de filhos e filhas de Deus. O Apostolado nasceu da preocupação de Monsenhor Terence Cooke com aquelas pessoas que sofrem sozinhas com suas atrações pelo mesmo sexo. Como cardeal de Nova Iorque, ele estava ciente do sofrimento daquelas pessoas e temia que, sem o amparo formal da Santa Igreja, elas seguissem o estilo de vida gay propagado pela mídia e pelo ativismo político e, assim, que acabassem abandonando a fé. É preciso frisar que o Apostolado Coragem não é um programa de reorientação sexual. [1]
 
O Courage fornece atendimento presencial e virtual, sem contar que preserva o anonimato daqueles que pedem ajuda.
 
Podemos ver nesse outro vídeo produzido pelo próprio Courage (Assista aqui, ativando as legendas em português, no canto inferior direito, clicando em “cc”: https://goo.gl/9kosJk), o testemunho de três homossexuais que abandonaram a vida sugerida pelo movimento gay e pela mídia, e começaram a viver de maneira digna e casta, mostrando que a castidade é algo extremamente belo, que ajuda na busca pela santidade, busca essa que todos os cristãos devem fazer.
 
Esse vídeo surge justamente para demonstrar qual é a verdadeira posição da Igreja a respeito desse assunto. Recentemente, um bispo gerou escândalo ao declarar que o “homossexualismo é dom dado por Deus” (https://goo.gl/T37Hcg), sem contar que vemos proliferar as chamadas “pastorais da diversidade sexual” (https://goo.gl/AYU7Ps) que estão aderindo a doutrinas marxistas, que se opõe ao ensinamento do Magistério da Igreja.
 
SUPLICAMOS que você COMPARTILHE E DIVULGUE O VÍDEO, pois os inimigos da Igreja dilvulgam ensinamentos opostos o tempo todo, inclusive dentro da Igreja. Também pedimos que envie ou marque nos comentários seu bispo ou pároco, sugerindo que ele entre em contato com o http://www.couragebrasil.com/, por meio do email contato@couragebrasil.com ou da própria página no facebook https://www.facebook.com/brasil.courage/. Talvez eles possam querer levar o Courage pra sua diocese ou paróquia. Muitos membros do clero, infelizmente, DESCONHECEM A EXISTÊNCIA DO COURAGE.
 
ACESSE A FONTE DO TEXTO:
 

Pedro é a rocha sobre a qual Jesus edificou sua Igreja?

Nesse vídeo traduzido do original “Is St. Peter the Rock on which Jesus built his Church?” disponível aqui: https://goo.gl/CJSZKw o o ex protestante Jimmy Akin nos da alguns argumentos sobre a correta interpretação de uma das passagens mais polêmicas da bíblia, encontrada em Mt 16, 18, onde Jesus diz para Pedro: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.”

Jimmy Akin explica a fraqueza do argumento protestante de que a tradução no grego de “Pedro” e “rocha” possuem significados diferentes e que, por isso, Jesus estaria desprezando Pedro. Prosseguindo, mostra que não é necessário saber grego ou aramaico para entender essa passagem, mas que basta apenas o conhecimento a respeito de uma característica estrutural presente no texto em Mt 16, 18, que indica Pedro como a rocha.

“Uma das contendas que mais divide os Católicos dos Ortodoxos e dos evangélicos é a primazia do Bispo de Roma sobre todos os demais bispos do mundo. Em outras palavras, a questão da autoridade continua sendo hoje causa de divisão para os cristãos.

De fato, a experiência no trato com conversos ao catolicismo demonstra que, uma vez aceitada a autoridade de Roma, todas as demais divergências doutrinais são superadas com maior facilidade, como podem ser os sacramentos, Maria, os Santos, etc.” [1]

Você pode aprofundar mais esse assunto visitando os seguintes sites:

[1] http://www.veritatis.com.br/o-fundamento-biblico-da-primazia-de-pedro/

[2] http://www.ofielcatolico.com.br/2001/01/a-pedra-sobre-qual-se-fundamenta-igreja.html

[3] http://www.ofielcatolico.com.br/2002/03/analises-do-nome-de-s-pedro-apostolo-e.html

Por que os contraceptivos são errados?

Neste vídeo traduzido do original “Why contraception is wrong?” (disponível aqui: https://goo.gl/moKvh6A) Chris Bray explica de maneira simples quais são as finalidade do sexo.

“Muitas pessoas confundem famílias numerosas com falta de responsabilidade. Engano comum. A doutrina da Igreja é clara em ensinar a “paternidade responsável”, que é a generosidade dos pais na abertura à vida, conforme as suas próprias condições. Trata-se de uma capacidade de doação e entrega a Deus. Filhos são sempre um “dom” de Deus, nunca um estorvo. Neste sentido, o Método de Ovulação Billings tem se mostrado um ótimo instrumento para o exercício da desejável “paternidade responsável”, pois além de sempre favorecer a abertura do casal à vida, permite que marido e mulher se conheçam melhor e aprendam juntos a viver a continência necessária ao matrimônio.” [1]

“A mentalidade contraceptiva, no entanto, criou um relacionamento egoísta entre o casal, imprimindo a ideia de que “criança” é algo ruim. Nascem, assim, várias desculpas para a contracepção. A maior delas seria o custo financeiro. Impressiona, todavia, que tantos casais que se recusam a ter filhos não reclamem de dispender gastos consideráveis em alimentação e tratamento veterinário a seus cães e gatos de estimação. Pesquisa recente do IBGE revela que, no Brasil, o número de animais domésticos por casal está ultrapassando o número de crianças: https://goo.gl/vgTkjB Nunca foi tão real o perigo, apontado pelo Catecismo da Igreja Católica (parágrafo 2418), de que as pessoas dirijam aos animais “o afeto devido exclusivamente às pessoas”. [1]

“Ter uma família numerosa tem o seu preço”: quem faz uma escolha pela vida, deve estar disposto a renunciar às férias em Cancún, ao seu iate ou à sua casa na praia. Além disso, educar esses pequenos — diferentemente de adestrar animais — é um trabalho custoso, que demanda dedicação integral e um desenvolvimento especial do próprio caráter. Não se pode, de fato, “pôr filhos no mundo” e negligenciar a sua formação. É preciso sair do mundo do próprio ego — dos “meus planos”, da “minha carreira”, do “meu lazer” — para entrar de cabeça nesse universo novo e exigente. No fim das contas, a raiz da esterilidade do “novo mundo” não passa de um egoísmo disfarçado sob a máscara de “prudência”. [1]

 

Fonte do texto:

[1] https://padrepauloricardo.org/blog/a-nova-velha-polemica-da-igreja-e-dos-anticoncepcionais

O uso do véu na Igreja Católica

Vídeo traduzido do original: True Faith TV – The Chapel Veil https://www.youtube.com/watch?v=lFqSae_ZwRY

Nesse vídeo produzido pelo canal “True Faith TV”, são expostos diversos depoimentos de mulheres que usam o véu. É, resumidamente, um convite para que mais mulheres possam usar o véu na Igreja.

(…) “Não existe obrigação canônica para o uso do véu. O que existe é uma longa tradição que insere a mulher num espírito de ritualidade e adoração, fazendo com que diante de Deus ela esconda a própria beleza, a própria glória para dar glória à beleza de Deus.

De forma prática, o uso do véu requer prudência. Sobre ele recai a pecha de ser obsoleto, tradicionalista, contrário à dignidade da mulher, mas, embora seja justamente o contrário, é importante que a pessoa aja com prudência, principalmente se exercer na paróquia alguma função, como ministra extraordinária, catequista etc. Não se deve por em risco a oportunidade de prestar um grande serviço a Cristo.

Contudo, se a pessoa não está engajada e sente o desejo de usar o véu, que seja corajosa e use, ainda que sozinha. Em muitos casos semelhantes o que se viu foi que outras mulheres se interessaram por essa piedade e, após a devida instrução passaram a praticá-la.

De qualquer forma, o uso do véu é uma disciplina que, ao longo do tempo, santificou muitas mulheres e diante do mundo secularizado e imodesto que se vive hoje ensinar as meninas desde pequenas a usar o véu pode resultar em frutos excelentes nas próximas gerações.” [1]

[1] É permitido o uso do véu na Igreja?https://padrepauloricardo.org/episodios/e-permitido-o-uso-do-veu-na-igreja

Igrejas feias fazem mal pra alma

Tradução do original: Brian Holdsworth – Make Church Architecture Great Again https://www.youtube.com/watch?v=FkCe-ndPRR8

Assim como acontece com a Verdade, a Beleza também não é relativa ao indivíduo. Existem coisas que são bonitas e coisas que são feias. Além disso, existem estudos e testemunhos de conversões que compravam a eficácia da arte sacra na evangelização. Isso pode ser comprovado aqui https://goo.gl/e9NQ77 e aqui https://goo.gl/mm64CU

“Em qualquer época entre 1750 e 1930, se você pedisse às pessoas cultas para descrever o objetivo da poesia, da arte ou da música, elas teriam respondido: a Beleza. E se você perguntasse pela razão disso, você aprenderia que a Beleza é um valor, tão importante quanto a Verdade e o Bem. Depois, no século XX, a beleza deixou de ser importante. A arte, cada vez mais, concentrou-se em perturbar e em quebrar tabus morais. Não era a beleza, mas a originalidade, conseguida por qualquer meio e a qualquer custo moral, que ganhava os prêmios. Não apenas a arte fez um culto à feiura; a arquitetura também se tornou desalmada e estéril. E não foi somente o nosso ambiente físico que se tornou feio. Nossa linguagem, nossa música e nossas maneiras estão cada vez mais rudes, egoístas e ofensivas; como se a beleza e o bom gosto não tivessem nenhum lugar real em nossas vidas.” [1]

Uma das maiores vítimas desse pensamento relativista foram as construções de igrejas. Nesse vídeo, Brian Holdsworth explica porque nós devemos voltar às nossas tradições católicas e abandonar o modernismo na arquitetura.

Fonte do texto:

[1] Por que a beleza importa? https://ipco.org.br/ipco/53582-2/#.WWVEtBXyuig

 

O mito da superpopulação

“Os controlistas nos venderam o controle de população como algo necessário e urgente… Têm-nos feito acreditar que somos muitos no mundo e que os países, especialmente os mais pobres, devem impor drásticas políticas de redução da taxa de natalidade, ou muito em breve, todos morreremos por falta de recursos ou porque, sendo muitos, poluiremos nossos planetas até torná-lo impossível de ser habitado.” [1]

Para não poucos católicos “venderam” a história de que somos muitos e de que a Igreja é “retrógrada” por opor-se ao controle da natalidade. Alguns, inclusive terminaram dizendo “sou católico… mas estou de acordo com o controle da natalidade”. [1]

Na encíclica Humanae Vitae, o Papa Paulo VI previu todas as graves consequências que poderiam surgir caso fosse estimulado o controle de natalidade:

“Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infidelidade conjugal e à degradação da moralidade (…) É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada. (…) Pense-se ainda seriamente na arma perigosa que se viria a pôr nas mãos de autoridades públicas, pouco preocupadas com exigências morais. [2]

“Realmente é necessário o controle de natalidade? Estamos ficando sem mantimentos? Estamos ficando sem espaço? As nações pobres são pobres porque têm muita gente? Nesse episódio do “Download” temos algumas respostas aos mitos da superpopulação. [1]

Fontes do texto:

[1] http://www.acidigital.com/vida/superpopulacao.htm
[2] http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html

VIVA A BATINA!!! (Documentário legendado em português)

“Viva a batina!” é um documentário que visa ser um sincero tributo a batina. Uma homenagem emocionante a todos os sacerdotes que usam fielmente a batina em tempos difíceis e injustos. É um estímulo para todos aqueles que a usam, um convite para aqueles que desejamos que usem e um testemunho da verdade do Magistério da Igreja com relação ao uso do hábito eclesiástico.

Os símbolos estão por todos os lugares, e um dos que mais produzem efeito, são os uniformes. Um policial ou um guarda de trânsito não precisam estar prendendo ou multando, apenas a sua presença já influencia as pessoas que estão ao seu redor.
Os confortam, dão segurança… ou o contrário, deixando as pessoas preocupadas ou inquietas. Uma batina sempre gera algum efeito. Seu sentido sobrenatural não exige pregações ou que seja dito algo. Ela encoraja aqueles que estão na graça de Deus, alertam aqueles que não estão e para aqueles que estão afastados de Deus, produz arrependimento.

Vivemos numa cultura totalmente secularizada e, assim, mais do que nunca, são necessários sinais no mundo que simbolizem o céu e a presença de Deus entre nós, e esses pequenos sinais tem muito mais significado hoje do que no passado. Afinal, no mundo de hoje já não existem sinais de sacralidade e o próprio mundo se dirige a um caminho secular, praticamente todo ateísta. O sacerdócio deve ser visível. A batina faz com que o sacerdote seja visível. Quantos por aí, que estão afastados da Igreja e da fé, ao verem a batina do padre ou o hábito do religioso e religiosa, não recordam a presença da Igreja?

A batina é um testemunho silencioso e constante da presença da Igreja no mundo. O que aconteceria se todos os padres, seminaristas, noviços e noviças, religiosos ou religiosas
usassem sua batina e o hábito religioso? A resposta é que em todos os lugares e em todos os momentos, a Igreja seria visível e estaria presente na sociedade. Que grande e eficaz método de evangelização, que ocorre apenas com o sinal externo do hábito, sem palavras ou ações!

A batina é moderna e atual, assim como é moderna e atual a mensagem que ela transmite sobre Cristo e a Cruz de Cristo.”

The vortex – Católicos fanáticos

“Se você obedece a quase todos os mandamentos de Deus; se converteu-se, mas não quer exagerar, não quer ser tachado de radical, se deixou os grandes pecados de lado e acredita que isso é suficiente, saiba: está vivendo uma fé medíocre. Vive ainda com uma mentalidade protestante. Tal qual aquela famosa música: “eu era um bêbado que vivia drogado, hoje estou curado, encontrei Jesus…” Eles não creem ser possível a vida de santidade.

Mas, os católicos não só creem nessa possibilidade, como têm inúmeros exemplos de santos e santas, de mártires, de homens e mulheres valorosos, que deram a vida por algo maior, por uma fé radical, em que se obedece profundamente ao primeiro mandamento: “Amarás o Senhor teu Deus, de toda a tua alma, de todo o teu coração e de todo o teu entendimento.” (Mt 22,37).” [1]

É justamente isso que Michael Voris explica nesse vídeo. Católicos fanáticos são santos, e o mundo precisa de católicos fanáticos. Mas como alcançar esse fanatismo? essa santidade? Bem, cremos que o primeiro passo seja respondendo “sim” as palavras ditas nesse episódio do “vortex” e, em seguida, assistindo e colocando em prática essas aulas do Padre Paulo Ricardo sobre as segundas moradas. Veja-as clicando AQUI: https://goo.gl/298s12

Fonte do texto:

[1] https://padrepauloricardo.org/episodios/a-segunda-decolagem

 

Cardeal Burke: A família é uma pequena Igreja

Cardeal Raymond Burke relembra a devoção de sua família ao Sagrado Coração de Jesus e do modo como eles costumavam montar uma mesa com flores para Maria durante o mês de maio. Essa vida de fé ensinou-lhe desde criança que a família é “uma pequena igreja”. Ele encoraja as famílias católicas a criarem esse tipo de ambiente para seus filhos e a terem uma vida devocional bem intensa, especialmente as famílias jovens. [1]

“No conjunto daquilo que é o apostolado evangelizador dos leigos, não se pode deixar de pôr em realce a ação evangelizadora da família. Nos diversos momentos da história da Igreja, ela mereceu bem a bela designação sancionada pelo Concílio Ecumênico Vaticano II: “Igreja doméstica”. Isso quer dizer que, em cada família cristã, deveriam encontrar-se os diversos aspectos da Igreja inteira. Por outras palavras, a família, como a Igreja, tem por dever ser um espaço onde o Evangelho é transmitido e donde o Evangelho irradia.” [2]

“§1666 O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de “Igreja doméstica”, comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã.

§2685 A família cristã é o primeiro lugar da educação para a oração. Fundada sobre o sacramento do matrimônio, ela é “a Igreja doméstica”, onde os filhos de Deus aprendem a orar “como Igreja” e a perseverar na oração. Para as crianças, particularmente, a oração familiar cotidiana é o primeiro testemunho da memória viva da Igreja reavivada pacientemente pelo Espírito Santo”. [3]

Fonte do texto:

[1] https://www.youtube.com/watch?v=y7kXinxOFKc

[2]http://br.radiovaticana.va/storico/2012/06/03/a_nova_evangeliza%C3%A7%C3%A3o_e_a_fam%C3%ADlia_%E2%80%93_igreja_dom%C3%A9stica,_lugar_origin%C3%A1rio/bra-593484

[3]Catecismo da Igreja Católica