Se o pai leva a sério a fé, os filhos também levarão, diz pesquisa.

Tradução por Simão Bezerra – Artigo original: If dad takes faith in God seriously, so will his children.

“Tenho procurado entre eles alguém que construísse o muro e se detivesse sobre a brecha diante de mim, em favor da terra…”. Ezequiel 22, 30

HOMENS… estes são os tempos em que você e eu vivemos… está é a terra com a qual lidamos. O que faremos sobre isso?

Em uma exortação apostólica poderosamente redigida, o Bispo Thomas Olmsted de Phoenix, Arizona, clamou aos homens para “não hesitarem em entrar na batalha que está sendo travada ao redor de vocês.”

Em uma exortação de 23 páginas, intitulada “Dentro da Brecha“, Dom Olmsted desafia os homens a entrarem em uma batalha, “primeiramente espiritual”, contra as forças que estão “progressivamente matando o caráter cristão remanescente na nossa sociedade e na nossa cultura, e até mesmo nas nossas casas.” Eis um trecho:

“Este mundo está sob ataque de Satanás, como nosso Senhor disse que estaria (1 Pedro 5, 8-14). Esta batalha está ocorrendo até na Igreja, e a devastação é muito evidente. Desde 2000 d.C. 14 milhões de Católicos deixaram a fé, a educação religiosa paroquial das crianças decaiu em 24%, a frequência das escolas católicas caiu em 19%, o batismo de crianças caiu em 28%, o batismo de adultos caiu em 31%, e os sacramentos matrimoniais católicos caíram em 41%. Isto é uma brecha séria, um buraco aberto nas linhas de batalha de Cristo. (…) Uma das razões principais pelas quais a Igreja está vacilando diante dos ataques de Satanás é que muitos homens católicos não têm “entrado na brecha” – para preencher este espaço que permanece aberto e vulnerável para mais ataques. Muitos têm deixado a fé, e muitos que permanecem “católicos” praticam a fé timidamente e apenas se comprometem minimamente em transmitir a fé aos seus filhos. Pesquisas recentes mostram que um alto número de jovens homens católicos estão deixando a fé para se tornar “nones” – homens que não têm afiliação religiosa. As perdas crescentes de jovens homens católicos terá um impacto devastador na Igreja nos Estados Unidos nas próximas décadas, à medida que os homens velhos falecerem e os homens jovens falharem em permanecer e casar na Igreja, acelerando as perdas que já aconteceram. (…) Estes fatos são devastadores. À medida que nossos pais, irmãos, tios, filhos e amigos se afastam da Igreja, eles caem mais e mais profundamente em pecado, cortando seus laços com Deus e deixando-se vulneráveis ao fogo do Inferno. Enquanto sabemos que Cristo acolhe de volta todo pecador que se arrepende, a verdade é que muitos homens católicos estão falhando em manter as promessas que fizeram no batismo de seus filhos – promessas de trazê-los para Cristo e criá-los na fé da Igreja.”

Um largo e importante estudo conduzido pelo governo suíço em 1994 e publicado em 2000 revelou alguns fatos espantosos em relação à transmissão da fé e valores religiosos por gerações. Em resumo, o estudo revela: “É a prática religiosa do pai de família que, acima de tudo, determina a futura presença ou ausência das crianças na igreja.”

O estudo relata:

Se tanto o pai quanto a mãe vão à igreja regularmente, 33% dos seus filhos vão frequentar regularmente, e 41% vão frequentar irregularmente. Apenas um quarto dos seus filhos vão acabar não praticando [a religião].

Se o pai é irregular e a mãe regular, apenas 3% dos filhos vão subsequentemente ser regulares, enquanto mais 59% se tornarão irregulares. 38% estarão perdidos.

Se o pai não é praticante e a mãe é regular, apenas 2% dos filhos se tornarão praticantes regulares, e 37% irão frequentar irregularmente. Mais de 60% dos seus filhos estarão completamente perdidos para a igreja!

O que acontece se o pai é regular mas a mãe é irregular ou não-praticante? Surpreendentemente, a porcentagem das crianças que se tornam regulares sobe de 33% para 38% com a mãe irregular e para 44% com a não praticante. Isso sugere que a lealdade ao compromisso do pai cresce em resposta ao desleixo ou à indiferença da mãe para a religião.

Em resumo, se um pai não vai à igreja – independentemente de quão fiel seja a devoção de sua esposa – apenas uma em cada 50 crianças se tornarão um adorador regular. Se um pai é regular, independentemente da prática da mãe, cerca de dois terços a três quartos dos seus filhos frequentarão a igreja (regular e irregularmente). Um dos motivos sugeridos para esta distinção é que as crianças tendem a aprender sobre a vida doméstica com a mãe enquanto as suas concepções do mundo exterior vêm do seu pai. Se o pai leva a fé em Deus à sério então a mensagem para seus filhos é que Deus deve ser levado à sério.

Isto confirma o papel essencial do pai como líder espiritual, o que eu chamaria de verdadeira paternidade. Os pais devem amar suas esposas assim como Cristo amou a Igreja, modelando o amor do Pai em seu mais importante relacionamento terreno. Os pais devem cuidar dos seus filhos assim como o Pai nos céus cuida de nós e, finalmente, os pais têm um papel principal em ensinar aos seus filhos a verdade sobre a realidade. É o pai que deveria instruir os seus filhos em seu entendimento do mundo a partir de uma cosmovisão católica consciente e informada. É o pai que é essencial para enviar seus filhos para a frente com uma visão bíblica da realidade e uma fé em Jesus que é enraizada em um entendimento sólido.

É tempo para os pais retornarem para a masculinidade honrosa e reconsiderar suas prioridades e realinhá-las com os mandamentos, decretos e leis de Deus, ensinando estas coisas para seus filhos “seja sentado em sua casa, seja andando pelo caminho, ao te deitares e ao te levantares”. (Deuteronômio 6, 7).

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A vida dos católicos clandestinos na China comunista

“Para o governo, o objetivo não é destruir a Igreja, mas sim controlar.”

Reze pelos nossos irmãos chineses.

E se os protestantes estiverem certos sobre a Eucaristia?

Tradução por Simão Bezerra – Artigo original : What if Protestants are Right about the Eucharist? – escrito por Joe Heschmeyer, em língua inglesa. 

Há muitos Protestantes com uma grande inteligência, bem baseados na Escritura, fielmente procurando discernir e seguir a vontade de Deus, que concluíram que as palavras de Jesus sobre o Pão e o Vinho na Última Ceia, sobre as Espécies se tornarem Seu Corpo e Seu Sangue, são meramente simbólicas. E se eles estão certos?

 Primeiro, parece que tal revelação seria trágica. Receber a Eucaristia é o mais íntimo encontro com Jesus Cristo neste lado da Eternidade. De repente, descobrir que essa intimidade era uma farsa, e o que pensávamos ser Deus era na verdade apenas pão, seria desanimador, no mínimo. Pior, isso significaria que todas aquelas horas gastas em adoração eram algo próximo da idolatria do que uma adoração propícia a Deus.

Mas a verdadeira tragédia seria ainda maior – isso significaria que a Igreja estava errada sobre a Eucaristia desde o princípio, pois os primeiros cristãos universalmente acreditavam na Presença Real de Jesus na Eucaristia. O renomado historiador da Igreja Primitiva J.N.D. Kelly, um Protestante, concluiu que “o ensinamento Eucarístico, deve ser entendido desde o início, que era no geral inquestionavelmente realista, isto é, o pão e o vinho consagrados eram tomados, tratados e designados como o Corpo e Sangue do Salvador” (Early Christian Doctrines, 440).

Tome como exemplo a Igreja em Esmirna, atualmente Turquia. Na segunda metade do primeiro século, o apóstolo João entregou uma mensagem diretamente de Jesus Cristo aos Esmirnenses, encorajando-os na sua fidelidade em meio aos sofrimentos (Ap. 2.8-11). Pouco tempo depois, um discípulo de João, Santo Inácio de Antioquia, escreveu a essa mesma igreja local enquanto estava se encaminhando para Roma para ser martirizado no início do segundo século.

Na sua carta, Inácio alerta os Esmirnenses para “se manterem distantes” dos hereges Gnósticos “porque eles não confessam que a Eucaristia é a carne do nosso Salvador Jesus Cristo” (Epístola aos Esmirnenses 7). Repare que Inácio não sente que é necessário convencer seus leitores da verdade da Presença Real. Para ele, era necessário apenas dizer que, uma vez que os Gnósticos rejeitavam a Presença Real, não se deveria “falar deles nem em particular ou público”.

E este é o modo que os Cristãos viam a Eucaristia pelos primeiros séculos da Igreja. Isso não era um teólogo aqui ou ali que ensinou a Presença Real, mas era a posição Cristã sobre o tópico. Em uma série de aulas dadas a catecúmenos que estavam para entrar na Igreja, São Cirilo de Jerusalém os lembrou que “vocês foram ensinados e foram firmemente convencidos que o que aparenta e tem sabor de pão e vinho não é pão e vinho, mas sim o Corpo e o Sangue de Cristo”(Palestra Catequética 22). Cirilo está confortavelmente assumindo que até mesmo aqueles que não foram batizados ainda sabem o suficiente sobre a Cristandade para concluir que os Cristãos acreditam na Presença Real.

 Ainda mais firme do que os muitos Pais da Igreja que ensinam e pregam na Presença Real da Eucaristia é a ausência de líderes cristãos rejeitando essa posição católica ou até ensinando uma posição contrária.

Se um pastor Batista se levantasse no Domingo e declarasse que o Pão e o Vinho se tornam Corpo e Sangue de Cristo, você poderia esperar que haveria reações agressivas e até denúncias de heresia, ou ao menos tentativas de correção. Isso é porque os Batistas não crêem na Presença Real.

O fato de que não vemos esse tipo de protesto na Igreja primitiva é evidência constrangedora que os primeiros cristãos não creem nos que os batistas modernos crêem sobre a Eucaristia. Em vez disso, eles eram unidos em crença sobre a Presença Real na Eucaristia num tempo que Cristãos não tinham medo de mexer uns com os outros sobre questões relativamente menores.

Então, porque isso é importante? Porque isso significa que esses Protestantes não estão apenas dizendo : “Eu penso que as palavras de Cristo na Última Ceia foram ditas para serem meramente simbólicas”, porém estão dizendo: “Eu penso que toda a Igreja entendeu errado um dos mais básicos aspectos da Cristandade por séculos”. Chamemos isso de a posição de que “todo mundo entendeu o Evangelho errado”.

Na Última Ceia, Jesus Cristo disse : “Não vos deixareis sozinhos”, uma promessa de não abandonar a Igreja ou nos deixar como órfãos. Especificamente, Cristo prometeu preservar Sua Igreja ao enviar “o Espírito da Verdade”, o Espírito Santo, para “ensinar-vos todas as coisas, e trazer a memória o que eu vos tenho dito” (João 14.17,26). Como acreditar que promessa é compatível com a ideia de que a Igreja inteira perdeu o verdadeiro sentido da Última Ceia, e que nenhum cristão obteve sucesso em seguir as instruções “em memória de mim” (I Cor. 11:24)?

Com certeza, deixados à nossa própria mercê, nós entenderíamos alguns aspectos do Evangelho errado. É por isso que existem tantas denominações protestantes em competição. Mas a solução é se voltar para a Igreja e ter a humildade de ser guiado, ao invés de confiar que nossa própria leitura da Escritura é superior a de todo mundo. Esse modelo é relatado na própria Escritura. Quando o apóstolo Filipe achou um oficial etíope lendo o livro de Isaías, ele perguntou, “você entende o que você está lendo?”, e o homem respondeu : “Como posso entender, se ninguém me explica?” (Atos 8.30-31). Mas a visão protestante mina tudo isso ao sugerir que a Igreja visível, e também todos os Cristãos em todo lugar, talvez sejam os errados.

Isso não é apenas sobre rejeitar a autoridade do ensinamento da Igreja, mas rejeitar toda a Cristandade antes de um certo ponto da História. Se você pode jogar (por exemplo) toda a Cristandade pré-1517, por que não joga toda a pré-2018? O que superficialmente aparenta ser uma simples divergência na verdade é uma questão de se confiamos ou não na promessa de Cristo de não nos abandonar, deixando nós à mercê das nossas próprias interpretações teológicas.

E mais, se todos entenderam o Evangelho errado, o que pode nos fazer pensar que alguém entendeu o Evangelho corretamente agora? Se todos estiveram errados na literalidade da Eucaristia por séculos, por que alguém não estaria errado na literalidade da Ressurreição ou de qualquer aspecto do Cristianismo? Se toda Cristandade pode entender a mensagem central do Cristianismo de maneira errada, então parece que nós não podemos ser confiáveis para entender os princípios básicos do Cristianismo de modo correto. Mas sustentar isso, é claro, debilita nossa habilidade de confiar na própria Cristandade.

Os jovens querem a Tradição e a riqueza da Igreja de volta

Padre Joseph Kramer é membro da Fraternidade Sacerdotal São Pedro, fundada por São João Paulo II, em 1988. É um padre de Roma, cuja paróquia celebra apenas a Missa Tridentina. Ele comenta o crescente desejo e interesse dos jovens pela Tradição da Igreja.

Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=ZLeomOG3bN8

Por que ser católico e não apenas cristão?

Apesar de não ser errado um católico se denominar “cristão”, o que vemos por ai são pessoas que defendem doutrinas que contradizem diretamente a fé apostólica (como os espíritas, evangélicos, etc), se achando no direito de se auto-intitularem “cristãos”, e ainda dizendo que os católicos é que não são cristãos de verdade… Esse vídeo nos recorda porque não existe verdadeiro Cristianismo fora do Catolicismo.

Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=jJCbCs-y1_k

Católicos não podem defender um Estado Laico

“Se o ambiente social não é católico, ele será preenchido, ao longo do tempo, por elementos pagãos e anticatólicos. A sociedade, assim como a natureza, abomina o vácuo. Nós temos visto mais confirmações do que nunca desta verdade que os grandes Papas do século XIX ensinaram: não existe isso de um espaço público religiosamente neutro, uma sociedade que não privilegie um credo. O espaço público será ou religioso ou irreligioso, ou cristão ou anticristão. O laicismo sempre se autodestrói em ideologia intolerante.” (Texto do artigo ‘A farsa do “Estado laico”’. Disponível aqui: https://padrepauloricardo.org/blog/a-farsa-do-estado-laico)

Vídeo original disponível aqui: https://www.youtube.com/watch?v=IBjHH2Eg-vQ

Odiando o Papa Francisco

É um momento turbulento na Igreja Católica. É fácil ficar com raiva e é fácil direcionar essa raiva a certos indivíduos, tratando-os como inimigos, ao invés de Satanás. Matt Fradd quer lembrar três coisas a você (e a mim).

Vídeo original produzido pelo canal de Matt Fradd, disponível aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Pov5utgIZms

 

INFERNO? Seu voto é um indício de que você pode estar indo pra lá!!!

Votar no PT, um partido político que mais se parece com uma organização criminosa e que está comprometido com a descriminalização do aborto, com a implantação da ideologia de gênero, legalização das drogas, união civil homossexual e que, além disso, apoia ditaduras como a da Venezuela, é um péssimo indício de que você não anda muito de acordo com o Magistério da Igreja. Fique atento!

“Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.” (Gálatas 1, 10)

Por que o voto católico 2018 deve ser no BOLSONARO? Padre explica.

Ele não é mito e defende algumas coisas contrárias a fé católica, como a contracepção. Mas ele é o que tem pra hoje! Mesmo cheio de defeitos, ele é o mal menor nessas eleições. Os outros candidatos são piores! PIORES! Nesse vídeo tratamos sobre o aborto, tema importantíssimo na hora de escolher um candidato, e não somente para a presidência – não se esqueça! O vídeo conta com uma breve introdução do padre Frank Pavone.

Outros motivos para votarmos em Bolsonaro. O texto é de Carlos Nougué:

1) Por uma crise interna que se vem arrastando desde há muito tempo, a Igreja deixou de propiciar no Brasil uma efetiva alternativa política. Com a Liga Cristo Rei, creio que voltaremos a fazê-lo de algum modo. Mas ainda estamos distantes disto.

2) E no entanto a revolução globalista progride, e tenta vencer em todo o mundo; prepara assim, saiba-se disto ou não, o terreno para o advento do Anticristo. Toda a agenda global está serviço disto. Com Lutero, tentou-se acabar com a Igreja. Com a revolução liberal, tentou-se acabar com Cristo. Com a revolução comunista, tentou-se acabar com Deus. Com a revolução atual, marcusiana, quer-se acabar com a natureza humana.

3) Mas também surgem reações a esta revolução, mais ou menor fortes: Trump nos Estados Unidos (se tivesse vencido a Clinton, o Anticristo já estaria às portas); o eixo Itália-Hungria; a Áustria; sobretudo a Polônia com sua reentronização de Cristo como rei do país; o movimento antiaborto na Argentina e em muitos países hispano-americanos; o CitzenGo; a Liga Cristo Rei no Brasil; etc.

4) Pois bem, devemos pôr-nos decididamente ao lado dessa resistência, ainda que sem nunca deixar de consignar as diferenças que separam o verdadeiro catolicismo de seus aliados do momento, e sem nunca deixar de lutar pela realeza sociopolítica de Nosso Senhor Jesus Cristo.

5) Bolsonaro é uma expressão brasileira dessa resistência internacional à última revolução; e só por isso já deveríamos votar nele. Mas não só tem efetivas chances de vencer, senão que, apesar de defender pontos que os católicos não podem aceitar (como o controle da natalidade), sustenta bandeiras essenciais de lei natural que NENHUM outro candidato com chances de vitória sustenta: é contrário ao menos ao aprofundamento legal do aborto; é contrário à nefanda ideologia de gênero (que quer roubar-nos nossos filhos); é favorável ao combate duro à criminalidade (uma nação que não se defende do crime está condenada ao abismo); etc.

6) Mas mais que isto: se não vence Bolsonaro, a próxima barriga esfaqueada poderá ser a nossa.